<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181</id><updated>2012-01-25T20:14:35.318-04:00</updated><category term='externo'/><category term='blogger'/><category term='Economia Pratica'/><category term='revisão'/><category term='microdinamica'/><category term='macrodinamica'/><category term='academico'/><category term='videos'/><category term='opiniao'/><category term='informal'/><category term='politica'/><category term='sugestao'/><category term='geral'/><title type='text'>Academia Econômica</title><subtitle type='html'>Debates sobre economia, política e sociedade.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.academiaeconomica.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.academiaeconomica.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Daniel Simões Coelho</name><uri>https://profiles.google.com/108961658922607800357</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-K5m1-Kkqh9A/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAKU/V6V7WB473nw/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>279</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-3052372052603624920</id><published>2012-01-23T08:00:00.000-04:00</published><updated>2012-01-23T08:00:08.071-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='geral'/><title type='text'>Servidor público e privado</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-061lOmLFVdQ/TwufrTVRP3I/AAAAAAAAALw/F8cptGj7Hag/s1600-h/comparar-2_thumb34.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="servidorversusempregado" border="0" alt="servidorversusempregado" src="http://lh6.ggpht.com/-WG_e1FthF60/Twuf9wRLCVI/AAAAAAAAAL4/82odTzJivEo/comparar-2_thumb3_thumb2.jpg?imgmax=800" width="454" height="318"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma olhada mais cômica sobre a imagem acima, revela uma verdade triste presente na história do Brasil. Ao entrar em um banco privado você é bem tratado pelos funcionários, o gerente provavelmente reservará um tempo considerável para lhe atender e quem sabe até um cafezinho lhe será servido. Por outro lado, caso entre em uma agência bancária estatal você se deparará com uma quantidade desconfortante de pessoas, onde a funcionária do caixa estará impaciente e o gerente, quando presente, estará com muita pressa.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A explicação é simples, o funcionário da empresa privada precisa mostrar sua capacidade de bom atendimento e de cumprimento de metas, visto que a ocupação de seu cargo naquele local é instável. Já o servidor público não precisa provar nada pra niguém, somente não cometer nenhum ilícito garante sua permanência.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Por um outro plano ótico, a empresa precisa promover entre seus funcionários a habilidade do bom atendimento e desse cumprimento de metas, visto que a sobrevivência da instituição no mercado é algo incerto. Já no caso das instituições públicas, a sobrevivência das mesmas não dependem, de maneira alguma, do modo como agem seus servidores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Lembro-me que fiz muitas pesquisas em busca de blogs editados por graduandos em economia. Na época os mais conhecidos eram &lt;a href="http://pensandoemeconomia.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Pensando em Economia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.rabiscoseconomicos.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Rabiscos Econômicos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://econosheet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Econosheet&lt;/a&gt;. Existiam também os blogs escritos por autores já consagrados pela economia e aqueles possuíam os títulos de mestres e doutores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Todavia, a forma comum de buscar opiniões sobre fatos do universo econômico ainda era a leitura de sites especializados. Os blogs eram vistos como espaço para criação dos diários virtuais, poesias e outras finalidades que imputavam pouca credibilidade neste tipo de ferramenta.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Nos últimos dois anos, porém, houve um crescimento exponencial nas inciativas de estudantes e profissionais em criar blogs para a exposição de suas opiniões e abertura de espaço para debates. Não somente do ponto de vista acadêmico, mas também posições informais sobre diversos assuntos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os blogs se tornaram tão atraentes que atualmente esta ferramenta é utilizada por todos os profissionais. É simples, dinâmica e alcança um público diversificado que são atraídos pelo conteúdo dos textos e não pelas distrações existentes nos sites tradicionais. Inclusive, grandes sites corporativos lançaram seções em seus portais reservados para a publicação de textos para se assemelhar às características dos blogs.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os blogs são espaços pessoais de opiniões e maximizam o debate que não ocorreria através dos meio tradicionais. Essa ampliação atingiu níveis significativos, como exemplo, podemos citar que até mesmo as entidades oficiais do governo lançam mão desta ferramenta para atingir um público maior. Esse fenômeno é tão importante que incentivou a criação de eventos para premiação, para debates e confranternizações. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Nesta linha, &lt;a href="http://www.gustibusgustibus.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Cláudio D. Shikida&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.cristianomcosta.com/" target="_blank"&gt;Cristiano M. Costa&lt;/a&gt; realizaram em 2011 o primeiro Encontro Nacional de Blogueiros de Economia. O evento foi um sucesso e os dois decidiram repetir a dose em 2012. Nas palavras dos organizadores o evento reunirá blogueiros de economia do país inteiro. Serão três painéis temáticos onde serão discutidos: “A Blogosfera e as Crises Econômicas”, “Os Blogs Como Ferramenta de Ensino da Economia” e “A Política Fiscal na Blogosfera”. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Para maiores informações acessem o site dos organizadores e fiquem atentos para o período de inscrições. Em breve o Academia Econômica divulgará neste espaço as orientações publicadas pelo Cláudio e Cristiano.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Boa sorte!&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;_______________________&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cláudio D. Shikida (&lt;a href="http://www.gustibusgustibus.wordpress.com" target="_blank"&gt;www.gustibusgustibus.wordpress.com&lt;/a&gt;)&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;Cristiano M. Costa (&lt;a href="http://www.cristianomcosta.com"&gt;www.cristianomcosta.com&lt;/a&gt;) &lt;p&gt;.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Uma dessas soluções é o negócio do &lt;/b&gt;&lt;b&gt;ouro&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, sendo considerado por muitos como a forma mais eficiente e rápida de fugir à crise. &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;Apesar deste negócio já existir há imensos anos, durante muito tempo sobreviveu apenas na semiclandestinidade, nos subúrbios das cidades e sempre com muito pouca movimentação e publicidade para tentar passar despercebido. &lt;p align="justify"&gt;Porém, hoje em dia vive um momento completamente inverso, onde a publicidade é constante e está presente a cada metro da rua, redes sociais e até comunicação social impressa e visual. O grande objectivo destas empresas, além do seu próprio investimento e lucro mensal é conseguir retirar algumas famílias da miséria e de situações realmente complicadas.  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O negócio do ouro para fugir à crise&lt;/strong&gt; &lt;p align="justify"&gt;A cotação do ouro a subir fez com que o negócio se tornasse extremamente lucrativo e uma óptima solução para quem quer fugir à crise. As lojas físicas multiplicam-se por todo o país, facilitando assim o acesso às mesmas para qualquer um dos interessados.  &lt;p align="justify"&gt;Para muitos este negócio é a única forma de conseguir pagar uma conta extra, para outros é a salvação para conseguir chegar ao final do mês com comida na mesa e para outros é simplesmente uma forma de se desfazer de peças antigas que jamais usaria em situações públicas.  &lt;p align="justify"&gt;Durante muito tempo as ourivesarias estavam abertas para receber os interessados em comprar jóias para oferecer, porém nos dias de hoje recebem muito mais interessados em vender o seu ouro usado do que propriamente em fazer compras.  &lt;p align="justify"&gt;Nos dias de hoje, são muitas as lojas abertas em todas as cidades, sendo necessário que os interessados em vender o seu ouro escolham aquela que oferece melhores condições, não só a nível de valor a pagar (que geralmente não deve variar muito, já que o valor é pago através da cotação diária do ouro) como também das condições gerais (já que alguns têm mais para oferecer que outros).  &lt;p align="justify"&gt;Em suma, nos dias de hoje, o negócio de venda de ouro usado tornou-se uma das melhores formas de conseguir ultrapassar os momentos de crise que se instalou no nosso país.  &lt;p&gt;__________________________ &lt;p align="justify"&gt;* Nuno Ribeiro é jornalista e editor principal do &lt;a href="http://www.ouros.com.pt/" target="_blank"&gt;Blog do Ouro&lt;/a&gt;, um blog que pretende informar melhor como investir em Ouro. Também aborda temas como a &lt;a href="http://www.ouros.com.pt/como-vender-ouro-usado/" target="_blank"&gt;compra e a venda de ouro usado&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://www.ouros.com.pt/cotacao-do-ouro/" target="_blank"&gt;cotação do ouro&lt;/a&gt; nos mercados internacionais e partilha dicas e conselhos. &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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O que lhe incentivaria manter, aumentar ou retirar as suas aplicações em uma empresa? Não é preciso ser economista, administrador ou contador para fornecer esta resposta de maneira razoável. Certamente, o retorno daquela empresa é o indicador que irá definir o volume ou a cessação de seus recursos.  &lt;p&gt;Uma empresa lucrativa para os seus investidores produzem, &lt;i&gt;caeteris paribus&lt;/i&gt;, confiança para que os mesmos possam manter os seus investimentos ou até mesmo aumentarem o volume financeiro aplicado na entidade. Todavia, nenhuma empresa que não traz o retorno esperado pelos investidores inspira confiança.  &lt;p&gt;É preciso observar que estamos falando em retorno esperado, que não pode ser aqui confundido com retorno positivo. Isso, em outras palavras, quer dizer que uma empresa pode ser lucrativa, mas esse nível de lucratividade pode estar aquém das expectativas dos investidores.  &lt;p&gt;Também é importante definir quem estamos chamando de investidores. Investidores são aqueles agentes que financiam as atividades de uma entidade esperando obter algum retorno. Esse retorno é a margem acrescida ao patrimônio financeiro do agente após a aplicação inicial.  &lt;p&gt;Uma entidade privada é movida exatamente pela busca do retorno esperado. O agente a frente da entidade irá aplicar toda gama de recursos a sua disposição para alcançar sua meta. Produtividade, inovação, redução de custos, tecnologia, capital humano especializado e tantas outras ferramentas poderão ser utilizadas.  &lt;p&gt;Muitos profissionais fazem analogia com uma corrida e não nos parece uma comparação de toda inválida. A corrida dos agentes trata-se da busca pela sobrevivência. Isso porque as entidades privadas estão sujeitas ao mais aterrorizante termo, falência.  &lt;p&gt;Se uma empresa pode falir, agirá de maneira para que isso não ocorra. Podemos resumir, grosso modo, que o agente de uma entidade privada acorda todos os dias com o seguinte objetivo: alcançar no exercício de suas atividades o retorno esperado pelos seus investidores e impedir que a entidade se extinga.  &lt;p&gt;Por esta razão, que os executivos administrarão os recursos empresariais de modo mais eficiente possível, para que as metas estabelecidas sejam alcançadas. Os executivos, via de regra, não irão desperdiçar o patrimônio de suas empresas de modo irracional, tendo como incentivo o lucro (reforço positivo) e o temor da falência (reforço negativo).  &lt;p&gt;Mas, aparentemente, essa regra não se aplica para as entidades públicas. Os agentes administradores destas instituições apresentam exaustivos sinais de que seus compromissos não tangenciam o retorno esperado pelos seus investidores.  &lt;p&gt;Nesse caso, os investidores desses organismos são as pessoas de uma nação, ou seja, toda a sociedade. A sociedade investe nas entidades públicas através do pagamento de tributos (impostos, taxas e contribuições). E o retorno esperado pelos contribuintes é que esse volume de recursos seja aplicado em ações que beneficiem a todos.  &lt;p&gt;Aliás, vale aqui lembrar a finalidade dessa contribuição. A razão pela qual a sociedade contribui para que o Estado promova determinadas ações é que essas mesmas ações não poderiam ser realizadas pelas pessoas individualmente, ou não alcançariam a eficácia desejada quando se comparada ao poder do Estado.  &lt;p&gt;Os contribuintes, portanto, esperam que essas ações sejam feitas na proporção em que financiam os organismos públicos. Quanto mais contribuem, mais cobrarão dos agentes administradores o retorno para toda a sociedade.  &lt;p&gt;Mas, ao contrário do que ocorre com as entidades privadas, os administradores não se sentem pressionados pelos investidores. É certo que nos casos em que esses administradores são investidos de cargos políticos, pode haver uma influência significativa da vontade popular. Todavia, a insatisfação de quem financia as entidades não são capazes, por si só, de provocar manobras nas estratégias de gestão pública.  &lt;p&gt;Muitas causas poderiam ser apontadas para explicar esse fenômeno. Uma delas é complacência da sociedade com os rumos em que são dadas as políticas governamentais. Por outro lado, os administradores se sentem seguros, em certa margem, tendo em vista que não estão expostos ao reforço negativo das entidades privadas.  &lt;p&gt;Isso quer dizer que as entidades públicas não estão submetidas à falência. Certamente essa é uma afirmação muito perigosa. Poderíamos apresentar diversos exemplos de organismos públicos em que sua história ficou marcada pela falência. Sem dúvida nenhuma, até mesmo todo o Estado pode falir.  &lt;p&gt;Essas hipóteses, entretanto, não são tão presentes e comuns nas trajetórias das entidades públicas. Algumas delas surgem e são extintas apenas ao bel prazer das decisões políticas dos agentes da cúpula do governo.  &lt;p&gt;O mais curioso é que uma empresa privada que não gera retorno aos investidores,o fluxo de investimento é quase que automaticamente interrompido, forçando os administradores a mudarem suas estratégias. Nas entidades públicas ocorre o contrário, quando o retorno esperado pelos investidores, nesse caso os contribuintes, fica aquém dos limites desejados, a carga de recursos aumenta.  &lt;p&gt;Quanto mais falido o organismo público, mais dinheiro é captado dos contribuintes. Um movimento muitas vezes irreversível e degradante a toda a sociedade. Há que se dizer também, que a solução não poderia ser o rompimento dos recursos para tais organismos, porque, de modo geral, o problema das entidades públicas não é financiamento e sim má gestão. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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O agente econômico utiliza os recursos que são dados pela natureza, transformam esses recursos promovendo o que chamam de criação de riqueza e distribuem essa riqueza para a sociedade.  &lt;p&gt;Os economistas atentam-se para a criação da riqueza e sua distribuição. Como cientistas especializados em alocar de modo mais eficiente os recursos, os economistas buscam formas de aprimorar cada vez mais a produção de riqueza pelos agentes econômicos.  &lt;p&gt;Sob a lente da produção, a cartilha instrui para a focalização do lucro. Por mais amoral que possa soar aos ouvidos desprevenidos, o lucro é o motor gerador do crescimento econômico de uma sociedade. O lucro, grosso modo, é o retorno esperado pelo agente após investimento no processo produtivo, descontado o custo com a manutenção da atividade lucrativa.  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-6hUBGEQ38UM/TtvZlOV83CI/AAAAAAAAAKs/G3rJSptExpI/s1600-h/globo_dinheiro%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="globo_dinheiro" border="0" alt="globo_dinheiro" src="http://lh3.ggpht.com/-yv_5MgLQjjQ/TtvZ1RYaNAI/AAAAAAAAAK0/oZFS992qk5w/globo_dinheiro_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="184"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;O ser humano, revestido de seu caráter hedonista, transforma um material com baixo valor agregado em algo útil e de alto valor. Essa transformação gera renda para o transformador e riqueza para a sociedade. Não é excessivo lembrar-se dos ensinamentos do grande pai da economia, Adam Smith.  &lt;p&gt;Ora, pois, se esta renda é tida como o motor que promove o crescimento econômico, qualquer situação em que esse motor esteja exposto a ataques será considerada como nociva a todo o sistema econômico.  &lt;p&gt;Em contabilidade, lucro é simples aritmética, a declaração do faturamento descontados os custos da produção e os demais encargos financeiros. Dessa maneira, evidentemente, para que haja aumento do lucro deve haver aumento da receita e redução dos custos. Geralmente, essas ações ocorrem de maneira simultânea.  &lt;p&gt;No alcance desse objetivo surgem os termos muito comuns para os empresários: produtividade, eficiência, qualidade, tecnologia, inovação e etc. As estratégias perpassam pela diluição dos custos e pela conquista de maiores parcelas do mercado. O que importa é que qualquer coisa que interfira na capacidade de crescimento de maneira direta deverá ser sumariamente banida do sistema.  &lt;p&gt;Mas o que ocorre com a administração dos recursos que darão origem a toda riqueza da sociedade? Existem correntes que afirmam que os recursos são dados. Essa simplificação implica na aceitação de que o material que dá base para a transformação de riqueza não pode ser alterado pela ação econômica.  &lt;p&gt;Os recursos são limitados, concordarão alguns, mas não há nada que os movimentos do sistema possam alterá-los sem que acarretem perdas ao próprio processo de transformação de riqueza. Mais uma vez, os crentes desse paradigma refutam toda e qualquer ideia de desvio de recursos da produção para projetos relacionados à esfera ambiental e social.  &lt;p&gt;E essa ideia é demasiadamente disseminada pela academia, tanto que os profissionais formados são tomados de surpresa quando fazem parte da equipe executiva de uma empresa e são exigidos a incorporar ideias como sustentabilidade e promoção social. Não é por outro motivo que administradores, contadores e outros profissionais deixam para trás talentosos economistas em posições estratégicas de grandes empresas. Pelo simples fato de serem incapazes de compreender como uma empresa privada possa manter seus níveis de lucratividade, ao passo em que devem dar atenção às questões ambientais e sociais da região em torno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Além de ser uma das últimas nações a conquistar a independência, foi a única que permaneceu sob o governo da família real colonizadora após a libertação. Com a proclamação da república, o povo brasileiro não conquistou absolutamente nada, Tudo foi apenas uma mudança da mãos que estavam no poder. Mais uma das bobagens que aprendemos na escola, a estúpida história desta nação que somos obrigados a acreditar.  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Para efeitos de reforço, é importante que os defensores da liberdade não se iludam em acreditar que liberdade é o poder de realizar qualquer ação sem o menor estímulo coercitivo que os levem em sentido oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa incompatibilidade deriva-se do fato do ser humano viver em sociedade. A sociedade por essência impede que o conceito amplo de liberdade seja exercido pelos seus membros. As citações abaixo, parte de um execício de sala de aula e encontradas na internet, indicam o conceito onde devemos partir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“…a liberdade não pode consistir em fazer o que se quer, mas em poder fazer o que se deve querer. Se um cidadão fosse livre para fazer o que as leis proíbem, já não teria liberdade, porque os outros teriam também esse poder.”Montesquieu&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“…a liberdade consiste em fazer tudo o que não prejudique a outrem – assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites, senão aqueles que  asseguram aos outros membros da sociedade o gozo destes mesmos  direitos. Tais limites não podem ser determinados senão pela lei.”Constituição Francesa, 1791&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“…a liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do seu semelhante” (…) “…o que o homem perde pelo contrato social é a sua liberdade natural, e o que adquire é a liberdade civil. Distingue-se a primeira que não reconhece limites outros além da força dos indivíduos, da segunda, que está protegida e limitada pela vontade geral.”Rousseau&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“…a liberdade não consiste apenas no direito, mas no poder de ser livre”.Luiz Blanc&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“…a liberdade consiste em se poder fazer ou deixar de fazer tudo o que, praticado ou deixado de ser praticado não desagregue a sociedade nem lhe impeça os movimentos.”Stuart Mill&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Se uma sociedade livre não puder ajudar os muitos que são pobres, acabará não podendo salvar os poucos que são  ricos”. John Kennedy &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Fica evidenciado em cada uma dessas passagens que não é possível obter uma ação livre, se o outro indíviduo for prejudicado nessa ação. Deve existir, portanto, algo que limite essas ações, para que a sociedade como um todo, não imploda por causa do comportamento de seus membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um universo ideal, essa limitação deveria vir do próprio indivíduo pertencente a essa sociedade. O agente livre deveria conhecer o poder de suas ações e poder prever suas consequências, não somente para ele mesmo, mas para os seus semelhantes. Saberia, assim, que se o outro agir de forma livre e impensada, o resultado poderá ser indesejado para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa limitação é conhecida por diversos termos: moral, ética, consciência e etc. O que importa é que nesses casos, a limitação do fazer e do não fazer é também livre. O indivíduo decide o que é importante e desejável para ele e para os demais. Agirá de forma a conquistar algo positivo para ele e, de certa maneira, para os outros - afinal, não prejudicar é beneficiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente e por alguma razão, as sociedades mais modernas não confiam na capacidade de decisão de seus membros. Expressando de melhor forma, o senso de moral dos indivíduos é algo não formal e não escrito, estando na competência de cada um, decidir o que fazer e o que não fazer. Por isso, as leis integram-se de maneira complementar aos efeitos limitantes da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis são ferramentas formais e escritas, coercitivas e não opcionais. As sociedades modernas necessitam de leis para se organizarem e sobreviverem. Elas existem para garantir direitos, o direito máximo de ser livre. Mas para que o seu direito seja assegurado, o outro deverá ser submetido à deveres. Em outras palavras, para existir direitos, deve existir deveres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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****&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-26362569271381663?l=www.academiaeconomica.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.academiaeconomica.com/feeds/26362569271381663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=116708335437037181&amp;postID=26362569271381663&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default/26362569271381663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default/26362569271381663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.academiaeconomica.com/2011/10/liberdade-com-leis.html' title='Liberdade com leis'/><author><name>Daniel Simões Coelho</name><uri>https://profiles.google.com/108961658922607800357</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-K5m1-Kkqh9A/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAKU/V6V7WB473nw/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9CJdx4eWfyM/Tp7PhP2h_fI/AAAAAAAAAJI/UQW_iGeETRU/s72-c/viol%2525C3%2525AAncia%252Bpolicial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total><georss:featurename>Vitória - ES, Brasil</georss:featurename><georss:point>-20.3153602 -40.3017673</georss:point><georss:box>-20.374924200000002 -40.3807313 -20.2557962 -40.2228033</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-3592341881143014916</id><published>2011-10-12T12:53:00.004-04:00</published><updated>2011-10-19T08:32:37.750-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='macrodinamica'/><title type='text'>A Formiga e a Cigarra</title><content type='html'>&lt;a href="http://sucesso.powerminas.com/wp-content/uploads/2010/09/Texto-motivacional-a-formiga-e-a-cigarra.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://sucesso.powerminas.com/wp-content/uploads/2010/09/Texto-motivacional-a-formiga-e-a-cigarra.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 311px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nada mais interessante que lembrarmos hoje do dia das crianças, e hoje em homenagem a elas quero relembrar de uma memorável fábula popularizada por Jean de La Fontaine: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Tendo a cigarra cantado durante o verão,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Apavorou-se com o frio da próxima estação.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Sem mosca ou verme para se alimentar,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Pedindo-lhe alguns grãos para aguentar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Até vir uma época mais quentinha!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;- "Eu lhe pagarei", disse ela,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;- "Antes do verão, palavra de animal,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Os juros e também o capital."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A formiga não gosta de emprestar,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;É esse um de seus defeitos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;"O que você fazia no calor de outrora?"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Perguntou-lhe ela com certa esperteza.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;- "Noite e dia, eu cantava no meu posto,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Sem querer dar-lhe desgosto."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;- "Você cantava? Que beleza!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Pois, então, dance agora!"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas o quê tem a ver formiga e cigarra num blog de economia? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um país formiguinha chamado Eslováquia é a bola da vez no continente europeu, ao contrário do que podemos imaginar ela não é mais uma nação prestes a dar calote. Essa pátria com cerca de 5,5 milhões de habitantes não quer aderir à idéia de aumentar o socorro aos bancos da Europa via fundo de estabilização &lt;span class="st"&gt;(EFSF, em inglês). O país colaboraria com cerca de 8 bilhões de &lt;/span&gt;euros ao fundo, no total a contribuição dos 17 países da zona do euro seria da ordem de 440 bilhões de euros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os parlamentares rejeitaram a idéia de ajudar os demais países do continente europeu, dos 150 parlamentares, 124 estavam presentes, dos presentes 60 se abstiveram, 55 foram a favor da expansão do EFSF e 9 foram contrários.  Como não houve aprovação da maioria absoluta dos parlamentares ontem, hoje as negociações deverão ser retomadas e a perspectiva é que o apoio ao EFSF ocorra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Independente de apoio ou não (que no final de tudo será mais uma decisão política do que econômica), vale a pena analisarmos o porquê dessa resistência toda da formiga européia. Vamos aos dados (fontes do FMI):&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;PIB PER CAPTA&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O PIB (produto interno bruto) per capita da Eslováquia é um dos menores da zona do euro:&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="height: 313px; margin-left: 134.7pt; width: 237px;"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;   &lt;td colspan="3" style="height: 15.85pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 148.85pt;" width="198"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;PIB per capita em 2010&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 1;"&gt;   &lt;td colspan="3" style="height: 15.85pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 148.85pt;" width="198"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;(com paridade de poder de compra)&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 2;"&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;  Irlanda&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: solid windowtext 1.0pt; border-right: none; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 38.816&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 3;"&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Alemanha&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: solid windowtext 1.0pt; border-right: none; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 35.930&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 4;"&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; França&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: solid windowtext 1.0pt; border-right: none; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 34.092&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 5;"&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Espanha&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: solid windowtext 1.0pt; border-right: none; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 29.651&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 6;"&gt;   &lt;td style="border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Itália&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-right: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-bottom-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-bottom-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 29.417&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 7;"&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Grécia&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-right: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 15.85pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 28.833&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 8;"&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Portugal&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: solid windowtext 1.0pt; border-right: none; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: none; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;   US$ 23.113&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 9;"&gt;   &lt;td style="border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; Eslováquia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-right: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-bottom-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-bottom-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;    US$ 22.267&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.85pt; mso-yfti-irow: 10; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;   &lt;td style="border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 70.85pt;" width="94"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -47.9pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt; Brasil           &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-right: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-bottom-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 1.5pt;" width="2"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -47.9pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; height: 15.85pt; mso-border-bottom-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-right-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 76.5pt;" width="102"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;      US$ 11.289&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ESFORÇO FISCAL&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O gasto dos governos em relação ao PIB de cada país:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;                                                       Gastos do governo em % do PIB&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoTableGrid" style="border-collapse: collapse; border: medium none; height: 191px; margin-left: 140.2pt; width: 189px;"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;   &lt;td style="border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;2000 &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;2010&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 1;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Brasil   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;35 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;38&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 2;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt;Eslováquia &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt;52 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt;39&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 3;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Espanha   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;39 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;46&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 4;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Alemanha   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;45 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;47&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 5;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Grécia &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;47   &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;47&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 6;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Portugal   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;39 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;48&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 7;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Itália   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;46 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;51&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 8;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Irlanda   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;31 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;53&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 9; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;França   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;52 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;56&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Podemos observar que o único país da tabela que reduziu de fato a participação do governo na economia foi a Eslováquia, ou seja, de 52% para 39%. Entre os países com crise de dívida nenhum teve a redução dos gastos do governo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;QUEDA NA DÍVIDA&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Dívida bruta dos governos em relação ao PIB de cada país:&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;Dívida Bruta em % do PIB&lt;/div&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoTableGrid" style="border-collapse: collapse; border: medium none; height: 191px; margin-left: 140.2pt; width: 197px;"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;   &lt;td style="border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" valign="top" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" valign="top" width="55"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;2000&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-left: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" valign="top" width="51"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;2010&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 1;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Brasil&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;67&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;67&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 2;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; França&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;57&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;84&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 3;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Alemanha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;60&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;75&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 4;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Grécia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;103&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;130&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 5;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Irlanda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;38&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;94&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 6;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Itália&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;109&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;118&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 7;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Portugal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;48&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;83&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 8;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt; Eslováquia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt;50&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt;42&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 9; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;   &lt;td style="border-top: none; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 66.4pt;" width="89"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Espanha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 41.1pt;" width="55"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;59&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; border-right: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 38.6pt;" width="51"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;63&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A Eslováquia também teve mais êxito que seus pares da zona do euro na questão da dívida. Já em outras nações européias essa proporção disparou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Seria uma injustiça imensa com a Eslováquia caso ela empreste dinheiro para o Fundo (mesmo que ele diga: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;"Eu lhe pagarei (...) Antes do verão, palavra de animal, os juros e também o capital”).&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A Eslováquia, segundo os dados, foi o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;único&lt;/b&gt; a fazer o dever de casa, economizar e pagar um preço, sua população sofreu (vide PIB per capta) para que as coisas pelo menos sejam melhor pares para eles. Agora vem a galera do EFSF querer dinheiro emprestado depois de ter esbanjado ... assim fica difícil.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Para finalizar a frase do presidente do parlamento eslovaco, Richard Sulik: "Eu prefiro passar vergonha em Bruxelas do que na frente dos meus filhos."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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O modelo é simplificado, pois não representa o vazamento causado pelas relações internacionais e a intervenção governamental. Além disso, nos tempos modernos, não se adapta aos fenômenos oriundos das relações financeiras. &lt;p&gt;O Diagrama do Fluxo Circular é um dos primeiros modelos econõmicos apresentados em sala de aula e segue os padrões de tantos outros dos manuais de economia. A simplificação é completamente compreensível, todavia, temerosa quando mal lecionada. &lt;p&gt;Uma aferição perigosa desse modelo já foi argumentada por alguns textos de graduandos. De acordo com a apresentação do modelo, o fluxo de renda equivaleria ao ao fluxo de fatores e, portanto, nessa perspectiva o a economia representada era estática.  &lt;p&gt;A conclusão parte da impossibilidade desse modelo simples em explicar a reprodução econômica, já que no caso, tudo que é investido é consumido. Basta acompanhar o que diz Mankiw (2010)&lt;i&gt; &lt;/i&gt;“As famílias são proprietárias dos fatores de produção e consomem todos os bens e serviços que as empresas produzem” [Pg. 24]. &lt;p&gt;Há de se pensar que nas entrelinhas do processo, estão as decisões das famílias que culminam em demanda e das empresas que originam a oferta. O desequilíbrio momentâneo dessas forças produzirão uma readequação do sistema e revelará que essa economia está longe de ser estática.  &lt;p&gt;Como em toda economia, simples ou não, a produção necessita do processo de alocação. Essa alocação de recursos de todas espécies (financeiros, de fatores de produção e de oportunidade) provocarão a reprodução do sistema.  &lt;p&gt;E dessa alocação e reprodução que comentam Duilio et al. (2011) quando afirmam “Assim, temos na produção o germe da geração de recursos; nas vendas, o germe do uso dos recursos; e nas finanças, a intermediação entre o mundo interno (produtividade) e o mundo externo (a relação entre preços e custos que demarcam sua competitividade). [Pg. 46]. &lt;p&gt;O ponto sensível é o mesmo, os modelos econômicos não têm a pretensão de acolher todos os agregados do universo. A simplificação e abstração imposta aos esquemas não são problemas insanáveis, o perigoso sempre são as aferições imediatas de modelos unicelulares como o do Diagramde de Fluxo Circular. &lt;p&gt;_________________________________________ &lt;p&gt;&lt;u&gt;Referências&lt;/u&gt; &lt;p&gt;Bêrni, D. de A. [et al.] &lt;i&gt;Mesoeconomia: lições de contabilidade social: a mensuração do esforço produtivo da sociedade&lt;/i&gt;. Porto Alegre: Bookman, 2011  &lt;p&gt;Mankiw, N. G. &lt;i&gt;Princípios de Microeconomia&lt;/i&gt;, 5ª ed. 2010 &lt;p&gt;Figura retirada no site &lt;a href="http://www.mises.org.br"&gt;www.mises.org.br&lt;/a&gt; &lt;p&gt;_________________________________________ &lt;p&gt;Texto referente ao Seminário &lt;i&gt;A simplificação da economia acadêmica e os limites para a vida prática.&lt;/i&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Em pouco menos de três anos, a Copa do Mundo será sediada em diversos estádios brasileiros que estão com suas obras atrasadas. Dois anos após esse magnífico evento futebolístico, o estado do Rio de Janeiro será invadido por atletas e torcedores dos jogos das Olimpíadas e Paraolimpíadas, financiados com recursos de pessoas que se quer irão aos jogos ou receberão qualquer benefício direto ou indireto. &lt;p&gt;Essa expectativa é o cenário perfeito para os acadêmicos de toda estirpe debelarem-se em prosas sobre os efeitos pós-euforia esportiva. Não faltarão os “eu avisei” subliminarmente em artigos em todos os cantos da internet, jornais e revista. Aliás, não é preciso nenhum diploma de bacharel para supor que haverá decepções significativas. &lt;p&gt;Reconhecidamente pelo mundo inteiro, nenhum povo é mais amante do futebol que o brasileiro. Talvez, a única discordância venha por parte dos argentinos e com toda a razão, diga-se de passagem. Pessoas que saem de suas casas, batem, apanham, xingam, são presas e cometem todo o tipo de barbaridade que colocam todos os animais a frente do homem na fila decrescente da racionalidade. Tudo isso, motivado pela paixão por uma equipe de onze homens que se quer se preocupam com os seus torcedores e gozam de seus bolsos cheios de dólares, perdendo ou não a partida. &lt;p&gt;A pergunta a ser feita seria: Por que gastar tanto dinheiro (público) com eventos esportivos? Sabidamente, até em reuniões importantes no boteco da esquina, os maiores pensadores de bar sabem da possibilidade de superfaturamento de obras, desvio de verbas e outras tantas roubalheiras que de certa forma já nos habituamos. Não poderemos ser tolos a ponto de esquecer que o esporte é uma ferramenta importante ao desenvolvimento humano, associada à educação e ao caráter. Todavia, bilhões de reais oriundos dos cofres públicos para um evento com duração inferior a trinta dias, não pode ser assim justificado. &lt;p&gt;Mas esse questionamento é pífio quando sugerido a maior parcela das pessoas neste país, que como já mencionado, são apaixonados pelo futebol (sem referências às propagandas comerciais que existem). Aparentemente, estão todos de acordo que uma nação, que apesar de estar sentada bem próxima as maiores economias mundiais baseando-se no volume do PIB apresenta índices humilhantes de desenvolvimento social, gaste bilhões para a realização desses eventos. &lt;p&gt;De certo a pergunta a ser lançada é: Qual o retorno a Copa e os Jogos Olímpicos trarão a este país? É bem possível que o número de turistas aumentará, divulgando assim nossas belezas para futuras viagens. Aperfeiçoamento da estrutura turística, como capacitação de funcionários para atendimento dos estrangeiros, hotéis modernos e suporte turístico melhor. Um fluxo maior de renda, acelerando a economia nacional. Aquecimento do mercado com a maior demanda por produtos nacionais. Expansão do emprego derivado da maior necessidade de oferta. Modernização da infraestrutura, como estradas, pontes, meios de transporte público e etc.  &lt;p&gt;Tudo isso é bom, apesar de triste quando pensarmos que somente poderemos contar com tanto desenvolvimento por conta de eventos esportivos, ensejando que o governo é incapaz de fazê-lo sob nenhum outro pretexto. Desse modo, a primeira pergunta nos leva a segunda: O Brasil está demonstrando capacidade de atingir esses resultados e torná-los permanentes? Os mais otimistas se apoiam em apontar eventos como esses sediados em nações menos ricas que o Brasil, tomam como o exemplo a África do Sul. Mas um olhar atento pode apontar que não basta ter dinheiro, mas é bom saber como gastá-lo. &lt;p&gt;Será que seremos capazes de deixar uma boa impressão aos turistas para que eles recomendem o Brasil como destino de viagens? Ou seguiremos o exemplo do presidente da CBF e manteremos nosso país como roteiro do turismo sexual? Vamos apresentar um povo receptivo como divulgado nas propagandas ou um povo faminto em tirar proveito de tudo? Pensando como um homem de negócio, esse investimento trará algum retorno? Esses bilhões de reais gastos serão inferiores ao que virão como retorno? Assim, são tantos os questionamentos e que é correto considerar que só o tempo responderá a todos eles. &lt;p&gt;Mas existe um que deve ser feito agora: Devemos esquecer como tudo isso está sendo feito em troca de vivermos a ansiedade da ocasião dos jogos? Infelizmente muitas pessoas nesse país considera dinheiro público como dinheiro de ninguém. De certa forma, já estão acostumadas com a corrupção, mas pelo menos agora estão desperdiçando tanto recurso em prol da paixão nacional. &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Basicamente leio através do Google Reader. Estarei, na medida do possível, atualizando a lista. costumo deletar aqueles que estão muito tempo sem atualizações e adiciono aqueles que achar interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceito sugestões de leituras, basicamente colocarei aqui sites com temas relacionados à economia, seja ela nacional ou internacional, prática ou acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aartedafuga.blogspot.com/" target="_blank"&gt;A Arte da Fuga&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://maovisivel.blogspot.com/" target="_blank"&gt;A Mão Visível&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.academiaeconomica.com/" target="_blank"&gt;Academia Econômica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bdadolfo.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Adolfo Sachsida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://professorperinger.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Alfredo Marcolin Peringer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://analisereal.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Análise Real &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anasimandro.blogspot.com/" target="_blank"&gt;anaximandro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://antitrustfordummies.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Antitrust for Dummies - Antitruste para Iniciantes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mariodemori.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ATUALIDADES DO PROF. MARIO FERNANDO DE MORI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://associacaokeynesiana.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Blog da Associação Keynesiana Brasileira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ecoufes.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog de Economia da UFES&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alanlemos.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Alan&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://augusto2901.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Augusto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cristianomcosta.com/" target="_blank"&gt;Blog do Cristiano M. Costa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.suaeconomia.com/" target="_blank"&gt;BLOG do Empreendedor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogdosalto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Felipe Salto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogdohamiltonsilva.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Hamilton Silva &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lmonasterio.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Leonardo Monasterio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mansueto.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Blog do Mansueto Almeida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://http//ouros.com.pt/" target="_blank"&gt;Blog do Ouro &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.vlad.blog.br/" target="_blank"&gt;Blog do Vlad&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.brasil-economia-governo.org.br/"&gt;Brasil, Economia e Governo &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.clubedasfinancas.com/" target="_blank"&gt;Clube das Finanças&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://antitruste.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Defesa da Concorrência e Outros Temas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://depositode.blogspot.com/" target="_blank"&gt;DEPÓSITO DE...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://econocronicas.zip.net/" target="_blank"&gt;Econocrônicas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.queeseconomia.com/" target="_blank"&gt;Economia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economiafinancas.com/" target="_blank"&gt;Economia &amp;amp; Finanças&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economia-aberta.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ECONOMIA ABERTA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economiaclara.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Economia Clara&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economiaecapitalismo.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia e Capitalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/%20http://maquenzieeconomia.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia e Desenvolvimento &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economianova.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia Nova&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economistasnanet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economistas na Net &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://econosheet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Econosheet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://escolhaseconsequencias.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Escolhas e Conseqüências&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://essametamorfose.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Essa Metamorfose Ambulante&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/" target="_blank"&gt;Gerenciamento Econômico.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://conjunturaufes.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Grupo Conjuntura UFES&lt;/a&gt; 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Fundamento &lt;i&gt;a la Friedman&lt;/i&gt; que afirma que se a realidade não corresponde á teoria, pior para a realidade. &lt;p&gt;Perdi as contas de quantas vezes ouvi de professores e colegas de faculdade o argumento de que a Ciência Econômica não se propõe a explicar o universo econômico. Observei em toda essa trajetória, alunos e professores brilhantes, mas incapazes de compreender o porquê de fenômenos simples em sua volta. &lt;p&gt;Em todo esse período, decorei e devorei livros de economistas mortos e estrangeiros. Sugerindo que economistas vivos e brasileiros são espécies em extinção. Os poucos brasileiros notáveis são bandeirantes das promessas estadistas de desenvolvimento. &lt;p&gt;A matemática é de longe a disciplina mais abstrata de nosso emaranhado de ciências. Podemos afirmar com segurança, no entanto, que a matemática é capaz de explicar o universo. Isso, pois, a matemática é base para a física, química, engenharias e tantas outras disciplinas que servem como arcabouço para explicar diversos fenômenos do universo. &lt;p&gt;Mas quem nunca ousou questionar ao seu mestre no ensino médio, qual a finalidade de aprender trigonometria, geometria analítica e números complexos? Isso significa dizer que ser uma ciência “explicadora” não necessita que a sua aparência seja menos abstrata. &lt;p&gt;Uma ciência para merecer tal título, mesmo que embriagada de abstratismo deve subsidiar proposições concretas para compreender e manipular os fenômenos da realidade. Dessa forma, mesmo que a Ciência Econômica não seja capaz de explicar o universo, ela deve permitir que o cientista faça aferições lógicas sobre o meio onde ele atua. &lt;p&gt;Muitos alunos aprendem rápido que quando o real está valorizado a tendência é de aumento das importações. Mas não compreendem quando a realidade apresenta um real forte preservando o saldo da balança comercial positiva. E qual a surpresa em ver um aluno de economia não saber responder por que o preço do leite da padaria da esquina da sua casa aumentou muito nos últimos meses? &lt;p&gt;Enfim, o graduado em economia não precisa saber todas as respostas. Nenhuma faculdade vai propiciar isso para seu estudante. Mas a preocupação de qualquer faculdade séria é a formação de profissional competente. Assim, deveria ser a tarefa principal do curso de economia a formação de profissionais capazes de usarem o que aprenderam em sala de aula e realizar mudanças. &lt;p&gt;Nada mais me irritava do que ouvir as pessoas dizendo que se eu quisesse aprender algo além das teorias abstratas, eu deveria estudar sozinho. Bem, então perdi muito tempo indo à faculdade, já que nada de útil poderiam me oferecer. Certamente, que o bom aluno não irá se limitar as coordenadas dadas pelos professores, mas irá devorar os livros e artigos diversos em suas atividades extraclasses. &lt;p&gt;Ocorre, porém, que fui obrigado a engolir os intragáveis economistas mortos. O cardápio monótono era recheado de modelos ultrapassados, filosofias medíocres e textos repetitivos. Professores, que apesar de brilhantes, passaram muitos anos ministrando as mesmas aulas, que se tornaram verdadeiros papagaios. E claro, fizeram excelentes discípulos. &lt;p&gt;É inadmissível pensar em um cientista incapaz de extrapolar o que foi aprendido, que deve sim, apreciar as contribuições de pensadores do passado, mas capazes de ir além e expandir o conhecimento.  &lt;p&gt;Aprendi em toda minha vida que a experiência é o que solidifica o conhecimento. Mas acompanhei o argumento de que o mestre e o doutor não podem ser refutados por leigos ou graduandos. De fato, ninguém pode contestar o sábio e conhecedor do mundo dos manuais, a faculdade de economia é, portanto, formadora de papagaios de pirata, a mais alta classe acadêmica de todos os tempos. &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Mas uma terceira base macroeconômica pode ser inserida nas metas monetárias das referidas políticas: a estabilidade nas contas externas. Nesse último caso, as taxas de câmbio desempenham papel fundamental.  &lt;p&gt;O perfil cambial é a análise principal para a compreensão das características do Balanço de Pagamento das economias. Assim, a meta perseguida pelos agentes macroeconômicos é a definição da silhueta exata do regime cambial a ser adotado, para que os três pilares antagônicos da economia, apresentem os níveis mais eficientes possíveis. Conforme as palavras de Kenen (1969), um regime cambial capaz de criar um equilíbrio externo sem causar desemprego ou inflação é considerado um regime ótimo.  &lt;p&gt;Com o fim do padrão monetário internacional definido em Bretton Woods (1971), os debates sobre o regime cambial mais adequado intensificaram-se. A dicotomia entre câmbio flexível e regulado tomou conta da pauta de discussões e segundo Margarido e Vasconcelos:  &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;O argumento clássico a favor do regime flutuante é que a política monetária teria flexibilidade para adotar outros objetivos que não o de defesa da paridade cambial, ou seja, a política monetária seria independente. Desse modo, as políticas monetárias e fiscais poderiam ser conduzidas com o intuito de atender objetivos domésticos de pleno emprego com estabilidade de preços, crescimento, distribuição equitativa da renda, dentre outros. E, ainda, a possibilidade de modificar o câmbio permite ao país melhores condições de defesa dos choques externos. (MARGARIDO; VASCONCELOS, 2001, p. 7). &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Sambatti e Rissato acrescentam ainda:  &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;Um outro ponto a ser destacado é que a taxa de câmbio pode variar sem restrições, de modo que os choques de demanda podem ser esterilizados rapidamente e os desequilíbrios do Balanço de Pagamentos podem ser corrigidos mediante ajuste da taxa de câmbio. (SAMBATTI; RISSATO, 2004, p. 4). &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Segundo Mayer, no entanto, “[...] o aumento da incerteza necessário a uma maior independência monetária também prejudica o comércio e o investimento” (MAYER; DUESENBERRY; ALIBE, 1993, p. 638). Dizendo de outra maneira, as economias sob o regime de câmbio flutuante estão expostas às mudanças bruscas do cenário internacional. Assim a análise prospectiva da economia torna-se prejudicada.  &lt;p&gt;Por outro lado, o regime de câmbio fixo é apontado como vantajoso para os agentes que desejam “[...] horizontes mais estáveis à taxa de câmbio, uma vez que auxilia na estabilidade dos preços e expectativas, servindo como referência na tomada de decisões dos agentes [...]” (FRANKEL, 1999, p. 11). Todavia, a manutenção desse regime fora apontado como de alto custo. Seus críticos afirmavam que seria desvantajosa em ambientes de alta inflação – as políticas monetária e fiscal estão vinculadas a política cambial, não podendo atuar de forma eficiente no controle de preços. Além disso, é um regime problemático quando da existência de divergências políticas nacionais&lt;a href="#_ftn1_7772" name="_ftnref1_7772"&gt;[1]&lt;/a&gt; – uso do câmbio para estimular exportações poderia causar mal estar entre as nações de uma determinada região (MAYER; DUESENBERRY; ALIBE, 1993, p. 638).  &lt;p&gt;Recentemente, Mundell (2004) se mostrou cético quanto à eficácia do regime de câmbio livre no que se refere ao ajustamento de desequilíbrios. Um dos grandes argumentos em favor da taxa de câmbio flexível apoia-se na capacidade desse regime ajustar os níveis de inflação e de desemprego graças à referida liberdade das políticas nacionais. No entanto, como afirma o autor, choques na economia levariam os países a iniciar desvalorizações de suas moedas de maneira generalizada&lt;a href="#_ftn2_7772" name="_ftnref2_7772"&gt;[2]&lt;/a&gt;, o que implicaria na perda da capacidade de tais políticas efetivarem o ajuste econômico. Mundell, contudo, aceitava que, dependendo das características econômicas de uma determinada região, seria eficiente que as taxas de câmbio flutuassem.  &lt;p&gt;O fato é que com o fim do acordo de Bretton Woods, os anos seguintes foram marcados pela decisão de diversos países em adotarem a livre flutuação de suas taxas de câmbio. Na década anterior, contudo, Mundell já apresentara uma teoria alternativa ao regime de câmbio flutuante. Em seu artigo &lt;i&gt;A theory of optimum currency areas&lt;/i&gt; (1961), este autor discute os mecanismos necessários para que uma região possa alcançar o pleno emprego, a estabilidade dos preços e o equilíbrio externo.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;A pergunta lançada por ele nesse contexto foi: na construção de um mercado comum o que é melhor, moedas nacionais que flutuem entre si, que sejam fixas ou que exista uma moeda comum a toda uma região?  &lt;p&gt;O próprio Mundell trata de apontar as vantagens envolvidas na discussão sobre as Áreas Monetárias Ótimas (AMO). Segundo ele: (i) dentro de processos de integração e desintegração, novas experiências podem ser melhoradas com o entendimento da AMO; (ii) alguns países sofrem problemas com o câmbio flexível e a teoria da AMO poderia mostrar a solução quando a área monetária nacional não fosse ótima; (iii) a teoria poderia esclarecer pontos ignorados ou mal interpretados pela literatura econômica convencional.  &lt;p&gt;Para desenvolver a teoria, faz-se necessária a fixação dos conceitos utilizados. Uma área monetária, segundo Mundell (1961) consiste numa região dentro da qual circula uma única moeda ou na qual as taxas de câmbio são fixas. Uma área monetária será ótima, segundo McKinnon (1963), quando as políticas fiscal e monetária forem usadas de maneira eficiente para a consecução dos seguintes objetivos:  &lt;p&gt;(i) pleno emprego;  &lt;p&gt;(ii) balanço de pagamento equilibrado e;  &lt;p&gt;(iii) preços médios estabilizados.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;&lt;u&gt;Referências&lt;/u&gt;  &lt;p&gt;FRANKEL, J. A. No single currency regime is right for all countries or at all times. NBER, &lt;i&gt;Working Paper&lt;/i&gt;, n.7338, 1999.  &lt;p&gt;KENEN, P. The theory of optimum currency areas: an eclectic view. In: Mundell; Swoboda. Monetary problems of the international evidence. &lt;i&gt;Discussion Paper&lt;/i&gt;, n. 2295. Centre for Economic Policy Research, 1969.  &lt;p&gt;MARGARIDO, S. P.; VASCONCELOS, M. R. Algumas considerações sobre a escolha de regimes cambiais na América Latina. &lt;i&gt;VI Encontro Nacional de Economia Política&lt;/i&gt;, Salvador, 2001.  &lt;p&gt;MAYER, T.; DUESENBERRY, J. S.; ALIBER, R. Z. &lt;i&gt;Moedas, bancos e a economia.&lt;/i&gt; Rio de Janeiro: Campus, 1993.  &lt;p&gt;MCKINNON, R. I. Optimum currency areas. &lt;i&gt;American Economic Review&lt;/i&gt;, n. 53, p. 717-725, 1963.  &lt;p&gt;MUNDELL, R. A. A theory of optimum currency areas. &lt;i&gt;The American Economic Review&lt;/i&gt;, v. 51, n. 4, p. 657-665, 1961.  &lt;p&gt;MUNDELL, R. A. Currency Areas, Common Currencies, and EMU. &lt;i&gt;The American Economic Review&lt;/i&gt;, v. 87, n. 2, p. 214-216, 2004.  &lt;p&gt;SAMBATTI, A. P.; RISSATO, D.; Uma discussão sobre a escolha de Regimes Cambiais no Brasil a partir do Plano Real. &lt;i&gt;III Seminário do Centro de Ciências Sociais Aplicadas&lt;/i&gt;, Cascavel, 2004.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="#_ftnref1_7772" name="_ftn1_7772"&gt;[1]&lt;/a&gt; De fato, o próprio Mundell (1961) argumenta que a utilização de um sistema de câmbio fixo em uma região está condicionada, entre outras coisas a coordenação política entre os países envolvidos.  &lt;p&gt;&lt;a href="#_ftnref2_7772" name="_ftn2_7772"&gt;[2]&lt;/a&gt; Alguns autores chamam esse processo de guerra cambial que pode se tornar uma guerra comercial. Segundo Pettis (2009) os países que não puderem desvalorizar suas moedas para manterem-se competitivos vão reagir com protecionismo.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;p&gt; &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Este texto foi escrito como provocação para o tema de monografia apresentado para a obtenção de grau de bacharel em economia pela Universidade Federal do Espírito Santo, sobre o tema Áreas Monetárias Ótimas, por Daniel Simões Coelho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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O hábito de orar antes das refeições caiu em desuso e a programada celebração dominical é respeitada apenas quando o time do coração não está em campo em uma partida decisiva. &lt;p&gt;Dizendo tudo isso de outra maneira, paralelamente ao crescimento das congregações de todos os tipos de religiões no país, alguns fundamentos religiosos mais importantes estão desaparecendo dos hábitos dos brasileiros. &lt;p&gt;Atualmente, é comum ouvir de pessoas o argumento de que são pessoas espiritualizadas, mas que, no entanto, não seguem nenhuma espécie de doutrina. Essa posição é mais confortável, visto que você pode fazer o que quiser sem se sentir culpado pelas regras religiosas e ainda não ser taxado como um ateu. &lt;p&gt;Outra posição muito utilizada ultimamente é que os tempos atuais são diferentes dos tempos passados. Desse modo, é necessário que se reveja algumas posições ideológicas para que a mesma seja adequada a nova realidade.  &lt;p&gt;A despeito de toda essa “modernidade” somos arcaicos quando se tratam de assuntos polêmicos como aborto, casamento homoafetivo, pena de morte, liberalização da droga e tantos outros tópicos. Se por um lado preferimos ser mais atuais que nossos antepassados no modo como nos comportamos, por outro lado, temos medo da institucionalização de valores que são contrários aos que nossos avós nos passaram. &lt;p&gt;As pessoas mudam, a sociedade muda e as leis mudam. Todavia, é difícil para que muitas pessoas compreendam o distanciamento inevitável do conceito particular de moral e os critérios socialmente aceitos. Ninguém deve ser obrigado a seguir uma norma baseado em fundamentos religiosos ou eivados de moralidade particular. Devemos permitir que o próximo tenha o direito do livre arbítrio, desde que o mesmo não atente contra direitos de outros. &lt;p&gt;Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal, sinalizou positivamente para o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Com essa decisão, casais dessa categoria terão os mesmos direitos que o restante da sociedade em casamentos heterossexuais.  &lt;p&gt;Aliás, o homossexualismo é uma questão polêmica em todos os países do mundo. O que chama a atenção aqui é o modo como esse assunto é tratado. Em quase todos os programas de humor da televisão brasileira existe um personagem gay. O estereótipo de uma pessoa com falas engraçadas, trejeitos divertidos que busca arrancar risadas do telespectador de qualquer forma. &lt;p&gt;Nas ruas da cidade, estamos bem acostumados em ver pessoas com características que revelam sua orientação sexual. Desde os mais comportados até os mais extravagantes. De certo modo, já nos acostumamos com a presença deles em nossa rotina. &lt;p&gt;Todavia, vale a máxima de quanto mais distante melhor. Podemos estar no mesmo ambiente que eles, mas que eles não sentem ao nosso lado. Podemos conhecer alguém dessa orientação, mas que não seja amigo muito íntimo. Nosso círculo de amizade pode haver alguém assim, mas eu mato se isso ocorrer com meu filho ou alguém da família. &lt;p&gt;Esses absurdos não são privilégios da questão do homossexualismo. Por alguma razão ainda não bem explicada o ser humano se incomoda quando o próximo é diferente. Além disso, por mais moderna que a sociedade possa se intitular, as pessoas ainda não estão preparadas para presenciar um beijo gay na novela ou no banco de uma praça.  &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Somos escravos dos detentores do capital, do poder e das péssimas ideias.  Desde as Eras mais primitivas da humanidade, o poder de dominar os homens tornou-se objeto desejado, capaz de corromper os mais puros de coração e espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo modo de organização da sociedade, hoje conhecido como Capitalismo, não trouxe novidades nos vícios humanos. De modo algum as imperfeições humanas e até mesmo as virtudes dessa raça foram alteradas por completo após o julgo da economia sobre as demais esferas da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria correto, todavia, defender que alguns elementos não foram acentuados após a expansão do atual sistema vigente. Mas há de se perguntar, se as imperfeições ditas acentuadas são inerentes à fisiologia humana, por que então são imperfeições? Toda imperfeição é caracterizada por ser distorcida de um padrão conhecido. Por sua vez, o padrão é essencialmente via de regra e não a exceção. Como dizer, então, que as características humanas naturais desde o início dos tempos são imperfeições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado que é inerente a característica humana buscar o poder, o que muda com as diversas formas de Sistemas Econômicos é o modo pelo qual este poder é alcançado e exercido. No Capitalismo, o poder político está associado ao poder econômico. Dito de outro modo, o dinheiro compra o poder. Aliás, esta é umas das grandes críticas dos anticapitalistas, o dinheiro é capaz de corromper toda uma sociedade, não apenas pelo seu “valor natural”, mas pelo poder que o mesmo é capaz de produzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a história, apesar de questionável, pode explicar muitos fenômenos. O que dizer de alguém que sempre manteve em seus discursos palavras de repúdio ao sistema ou às doutrinas liberais tornar-se uma pessoa com o comportamento idêntico ao que tanto criticava? A resposta dada pelos fatos históricos é que o ruim não é o dinheiro e tampouco o poder, ruim mesmo é não ter nenhum deles. O ódio na verdade é muitas vezes pura inveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que em nações onde o Estado é fortemente presente não somente na economia, mas como em todos os demais alicerces da sociedade, como o caso brasileiro, uma inversão profunda é criada. Não é o dinheiro que traz o poder, mas o poder que traz o dinheiro. Em uma nação, como a nossa, onde estamos cercados de autoridades, é muito comum pessoas depararem-se com situações coercitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em uma nação onde é o Estado quem define o nosso modo de vida. As leis foram criadas para representar as necessidades das relações sociais, seria a sociedade que provocaria a criação das leis. No Brasil, são as leis que pretendem provocar as relações sociais, de forma que o cidadão seja coagido a cumpri-las. Fato indigno de um governo que se intitula democrático, pois apenas em regimes ditatoriais que existe esse fluxo no sentido leis (ou decretos) para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado desse equívoco é a existência de uma nação com um emaranhado, complexo e destrutivo sistema legal. Hoje o Brasil é visto como um país que possui lei para quase todo o tipo de situação. Por outro lado, temos uma imensa quantidade de leis que são reconhecidas como as “leis que não pegam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brasileiro e seu país são reconhecidos pelo futebol, pelas belas mulheres e pela sua hábil capacidade de burlar as leis. Mas qual a resposta mais sensata a essa última “qualidade”: somos pessoas corruptas por natureza diferentemente de outros povos ou vivemos em uma nação onde o Estado ignora o traço das relações sociais e o povo ignora as leis sem fundamentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JL34Cor258A/Tb6eSPeGAmI/AAAAAAAAAFA/JM3rLr9TC6E/s1600/poder.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Poder" border="0" height="243" src="http://4.bp.blogspot.com/-JL34Cor258A/Tb6eSPeGAmI/AAAAAAAAAFA/JM3rLr9TC6E/s320/poder.jpg" title="Imagem encontrada no Google Imagens" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para gerenciar tantas normas são criadas diversas autoridades, aliás, um emaranhado delas. A característica mais comum nesses indivíduos é o abuso de poder que muitas vezes nem existe. Quem nunca presenciou de um agente policial em via pública o destrato desse servidor contra algum cidadão inocente? Quem nunca foi destratado por um servidor público ou por chefe de uma instituição de governo? Quem nunca ouviu de um magistrado do poder judiciário, palavras absurdas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem participa dos bastidores desse circo governamental, é possível perceber coisas ainda mais intrigantes. Como por exemplo, assistir a entidades dentro do próprio governo em conflito por interesses divergentes e a inexistência de coordenação entre as execuções de políticas diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inversão profunda mencionada é que são essas autoridades, criadas por esse tipo de prática governamental excessiva, detentoras de um poder que não oriunda da posse do dinheiro. O poder desses indivíduos é que permite aos mesmos acumular posses pecuniárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, mesmo que um ministro ou um juiz – em tese – não compre seu cargo, muitas vezes é o dinheiro que sustenta sua permanência. Ninguém se mantém no topo se não demonstra capacidade e o dinheiro é o responsável por essa tarefa quando há ausência de outros quesitos, como a competência.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Nesse cenário, é razoável compreender a efetividade dessas políticas no que consiste a manutenção do câmbio em patamares fixados ou livremente situados.  &lt;p&gt;Pela ótica da teoria da &lt;a title="&amp;Aacute;rea Monet&amp;aacute;ria &amp;Oacute;tima" href="http://scholar.google.com.br/scholar?q=%22%C3%A1rea+monet%C3%A1ria+%C3%B3tima%22&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;btnG=Pesquisar&amp;amp;lr=" target="_blank"&gt;Optimum Currency Areas&lt;/a&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(OCA), tendo como mentor principal o economista Robert A. Mundell (1961), a principal característica a ser analisada para determinar o “regime cambial ótimo” é o &lt;b&gt;grau de mobilidade dos fatores. &lt;/b&gt;Segundo Mckinnon (1963), o caráter ótimo do regime se daria pela possibilidade da consecução de três objetivos simultaneamente: (i) pleno emprego; (ii) balanço de pagamento equilibrado e; (iii) preços médios estabilizados. &lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p&gt;Para ilustrar o efeito da mobilidade de fatores, é válido lançar mão do recurso de Mundell em sua obra &lt;i&gt;A theory of optimum currency areas&lt;/i&gt; (1961), com adaptações pertinentes. Suponha uma relação comercial entre a Argentina e o Brasil, onde o primeiro produz essencialmente a soja e o segundo o milho. Se houver um deslocamento da demanda da soja para o milho, o efeito esperado seria de aumento do desemprego na Argentina e pressão inflacionária no Brasil.  &lt;p&gt;Se houver mobilidade dos fatores de produção, por exemplo, a mão-de-obra, os trabalhadores da Argentina seguiriam para o Brasil. Isso aliviaria o desemprego na Argentina (menos trabalhadores ociosos) e reduziria a pressão inflacionária no Brasil (supõe que com maior demanda, os novos braços argentinos contribuiriam para sustentar a oferta).  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TWp4LyJgRSI/AAAAAAAAAEk/LnNL-uykM00/s1600-h/juros%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="C&amp;acirc;mbio" border="0" alt="C&amp;acirc;mbio" src="http://lh4.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TWp4Ti6TQOI/AAAAAAAAAEo/PmrLysR1e4I/juros_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="243"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Esse problema poderia ser resolvido de outra maneira. Com o aumento do desemprego, os salários argentinos poderiam ser reduzidos, que permitiria a redução dos custos de produção e consequentemente dos preços. No Brasil, a demanda maior por força de trabalho poderia forçar os salários para cima, tornando os custos maiores e preços mais elevados. Essa alteração dos preços relativos das duas economias, em tese, provocaria o retorno da condição inicial anteriormente ao choque de demanda. &lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p&gt;Todavia, Mundell considera esta última alternativa pouco factível, e trabalha com o pressuposto de que os salários nominais são rígidos em ambos os países. Quanto a primeira opção, os preços relativos determinados pelo câmbio será o modo mais eficiente para resolver o problema. Entretanto, Mundell afirma que essa solução é viável apenas se as regiões econômicas corresponderem geograficamente aos limites nacionais. Dessa forma, os fenômenos econômicos dos dois países permitiriam a alteração dos salários reais e a restauração dos níveis de equilíbrio do emprego, dos preços e do balanço de pagamentos recíprocos.  &lt;p&gt;Voltando a análise para o outro lado, consideremos que as áreas econômicas ultrapassem as fronteiras nacionais, isto é, tanto o Brasil quanto a Argentina são produtores de milho e soja. Diante do mesmo choque apresentado – a demanda de soja se desloca para o milho – os agentes que determinam a política macroeconômica estariam com um grande dilema.  &lt;p&gt;Caso os bancos centrais dos dois países decidam expandir a oferta de moeda para corrigir o desemprego nas regiões produtoras de soja, a inflação persistirá. Se, alternativamente, contraírem a oferta de moeda para reduzir a inflação nas regiões onde há produção de milho, eles não conseguirão eliminar o desemprego. Neste caso, dado que existem duas moedas distintas a taxas de câmbio flexível, o movimento cambial seria efetivo apenas para equilibrar o balanço de pagamentos entre os dois países se assim fosse necessário, mas não para estabilizar simultaneamente a inflação e o nível de emprego quando esses problemas ultrapassassem as fronteiras nacionais [1].  &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;Se a mobilidade dos fatores é alta internamente e baixa internacionalmente, um sistema de taxas de câmbio flexível, baseado em moedas nacionais, poderia funcionar de forma suficientemente eficaz. Mas se as regiões atravessam as fronteiras nacionais ou se os países são multirregionais, então o argumento para as taxas de câmbio flexíveis só é válida se as moedas são reorganizadas numa base regional. (MUNDELL, 1961, p. 661, tradução nossa).&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="left"&gt;De acordo com a interpretação de Mundell, portanto, a adoção do regime de câmbio fixo para uma OCA está condicionada a uma alta mobilidade geográfica [2] dos fatores de produção. Por outro lado, caso isso não se verifique, a escolha pelo câmbio flexível, baseado na adoção de moedas distintas para cada região, seria a decisão mais apropriada para garantir a consistência das políticas econômicas.  &lt;p&gt;Kenen (1969), por sua vez, complementou o argumento de Mundell afirmando que a inexistência de mobilidade do fator trabalho impediria não somente a fixação do câmbio, mas frustraria qualquer tentativa de um processo de unificação monetária ou de constituição de uma confederação de países com câmbio fixo.  &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;Em resumo, Mundell afirma que os fatores regionais, podem substituir as mudanças nas taxas de câmbio regional, e que toda a região na qual os trabalhadores podem se mover livremente delineia o domínio exato para uma união monetária ou de taxas de câmbio fixas. (KENEN, 1969, p. 61, tradução nossa).&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;[1] No fundo, o argumento de Mundell sobre OCAs baseia-se na crença de que as taxas de câmbio flexíveis somente recuperariam sua eficácia para estabilizar o emprego e a inflação se as moedas nacionais pudessem ser adequadamente reorganizadas em moedas regionais (RIGOLON, 1998, p. 3).  &lt;p&gt;[2] Autores contemporâneos consideram que existam dois tipos de mobilidade importantes, a mobilidade geográfica e a setorial. Dessa forma “A imobilidade entre indústrias ou setores seria um obstáculo ao ajustamento” (LINS, 2003, p. 12).  &lt;p&gt; &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;KENEN, P. The theory of optimum currency areas: an eclectic view. In: Mundell; Swoboda. Monetary problems of the international evidence. &lt;i&gt;Discussion Paper&lt;/i&gt;, n. 2295. Centre for Economic Policy Research, 1969.  &lt;p&gt;LINS, M. A. D. T; &lt;i&gt;Unificação monetária e sistema financeiro&lt;/i&gt;: o euro e a América Latina. 145 f. Tese de doutorado (doutora em economia de empresa). Escola de administração de empresas de São Paulo – FGV, São Paulo, 2003. &lt;p&gt;MUNDELL, R. A. A theory of optimum currency areas. &lt;i&gt;The American Economic Review&lt;/i&gt;, v. 51, n. 4, p. 657-665, 1961.  &lt;p&gt;RIGOLON, F. Áreas Monetárias Ótimas: Teoria, Unificação Monetária Europeia e Aplicações para o Mercosul. &lt;i&gt;Ensaios BNDES&lt;/i&gt;, n. 8, 1998. &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Abordaremos de maneira geral o segundo ponto, para que seja possível sustentar bases para a compreensão das duas correntes teóricas.  &lt;p&gt;Feijó explica que o método &lt;i&gt;Verstehen &lt;/i&gt;“É a ideia de que a interpretação de significados culturais pode ser obtida pela ampla vivência do observador, que pelo uso da introspecção alcança o entendimento desses significados [Pg. 23]. O uso da introspecção é o exame subjetivo de quando o agente volta-se aos fenômenos psíquicos de sua própria consciência.  &lt;p&gt;Em outras palavras, o observador resgata todos seus conhecimentos obtidos em experiências pessoais para analisar um fenômeno social. O analista, nas palavras de Feijó, passa a ter uma segurança quase que factual, visto que pode tratar de assuntos que lhe são familiares. “O economista observador pode compreender a ação de um agente econômico porque ele, economista, também é certamente um agente econômico” [Pg. 23].&lt;i&gt; &lt;/i&gt; &lt;p&gt;Max Weber e os austríacos se aproximam ao adotar o individualismo metodológico – expressão adotada por J. B. Schumpeter, antes conhecida através de Menger como método analítico compositivo – onde partem suas análises da observação do indivíduo. O método &lt;i&gt;Verstehen &lt;/i&gt;é&lt;i&gt; &lt;/i&gt;aplicado na medida em que o indivíduo analisado e suas interações com o meio são conhecidos pelo observador.  &lt;p&gt;Esta análise individual é preceito básico de teorias puras, que defendem o uso de instrumentos das ciências naturais nas abordagens das ciências sociais. Todavia, para Menger a economia é uma ciência particular com objeto e metodologia própria. Para Weber a realidade não pode ser representada apenas pela perspectiva da teoria pura.  &lt;p&gt;Entretanto o professor Alfred Schutz afirma que:  &lt;p&gt;&lt;i&gt;O mundo da natureza, segundo é explorado pelo cientista natural, nada “significa” para as moléculas, átomos e elétrons aí existentes. O campo de observação do cientista social, no entanto, ou mais precisamente a realidade social, tem um significado específico e uma estrutura de relevâncias para os seres humanos que vivem, agem e pensam dentro dele&lt;/i&gt; [Pg.1].  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TVH6dTdBLEI/AAAAAAAAAEc/TkRRcv0qFIE/s1600-h/introspec%C3%A7%C3%A3o%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Imagem Vista em sonifera.com" border="0" alt="Imagem Vista em sonifera.com" src="http://lh5.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TVH6hjrVzhI/AAAAAAAAAEg/PFCTh8PrPXE/introspec%C3%A7%C3%A3o_thumb.jpg?imgmax=800" width="226" height="244"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;A realidade precisa ser investigada através de um conceito que o professor define como “senso comum”, dito de outra maneira, é o aglomerado de objetos de pensamento construídos pelos indivíduos presentes em uma realidade social que determinam o instrumento pelo qual essa mesma realidade será investigada.  &lt;p&gt;Assim, o senso comum pressupõe o uso do conhecimento individual de cada ação humana e de seus efeitos. É exatamente esta relação que Schutz compreende como &lt;i&gt;Verstehen &lt;/i&gt;sendo uma técnica de lidar com as coisas humanas. Porém:  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Verstehen é, pois, primeiramente, não um método usado pelo cientista social, mas a forma particular de experiência através da qual o pensamento do senso comum toma conhecimento do mundo social e cultural. Não tem nada a ver com introspecção, é resultado de processos de aprendizado ou aculturação, do mesmo modo que a experiência do senso comum do chamado mundo natural. Verstehen, além disso, não é de modo algum uma coisa privada do observador, que não pode ser controlada pelas experiências de outros observadores. É controlável pelo menos na mesma medida em que as percepções sensoriais privadas de um indivíduo são controláveis por qualquer outro indivíduo em certas condições &lt;/i&gt;[Pg. 2]&lt;i&gt;. &lt;/i&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;Verstehen &lt;/i&gt;é um verbete alemão que significa “compreender”. De acordo com Feijó, definição bastante presente nos textos de Weber. Entretanto, Ulisses do Valle afirma que o autor não fora adepto da corrente do &lt;i&gt;Verstehen.&lt;/i&gt; Do Vale conceitua este termo da seguinte maneira:  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Corrente compreensiva, que admitia a absoluta irrepetibilidade e iconicidade de todos os eventos históricos, que, nesse sentido, não podiam ser explicados segundo uma lei generalizante, mas apenas através de uma compreensão interpretativa que situasse os eventos históricos em totalidades significativas mais abrangentes (hermenêutica) &lt;/i&gt;[Pg.1]&lt;i&gt;. &lt;/i&gt; &lt;p&gt;Todavia, o próprio autor não descarta a importância dessa corrente para os estudos de Max Weber. Do outro lado, a “metodologia do compreender” está presente nos trabalhos da Escola Austríaca, não através de Weber, mas como o próprio Feijó afirma, este é um conceito bastante antigo. Os desdobramentos desse estudo de significados (semântica) produzem efeitos no aprendizado das teorias. Além disso, é importante compreender o quão significativo é um determinado conceito, para que possamos distinguir uma teoria das outras.  &lt;p&gt;__________________________  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Referências&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;FEIJÓ, R. &lt;i&gt;Economia e Filosofia na Escola Austríaca&lt;/i&gt;. Menger, Mises e Hayek, São Paulo, 2000.  &lt;p&gt;SCHUTS, A. Sociologia Interpretativa [In.] &lt;i&gt;Fenomenologia e relações sociais. &lt;/i&gt;Rio de Janeiro, Zahar. Disponível em: &amp;lt;&lt;cite&gt;www.grupos.com.br&amp;gt;. Acesso em: 07 de fevereiro de 2011.&lt;/cite&gt;&lt;cite&gt;&lt;/cite&gt;  &lt;p&gt;&lt;cite&gt;Valle, U. do; &lt;/cite&gt;&lt;i&gt;O Problema do Sentido Histórico e de suas Variações Axiológicas. &lt;/i&gt;2009. Disponível em: &amp;lt;http://www.webartigos.com/articles/29089/1/O-Problema-do-Sentido-Historico-e-de-suas-Variacoes-Axiologicas/pagina1.html&amp;gt;. Acesso em: 07 de fevereiro de 2011.  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Devido a essa nova rotina, as compras nos supermercados tornaram-se algo rotineiro em minha vida. Como desenvolvo essa atividade nada empolgante solitariamente, acabo divagando sobre as cenas que observo e acredite, o supermercado pode ser um bom laboratório para tratar de Economia Prática. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Certamente qualquer cliente assíduo desses locais já percebeu que existem diversos produtos onde você escolhe a quantidade que deseja comprar. O consumidor tem a opção de levar uma embalagem de maionese de 250g ou de 500g. A pergunta então seria: Qual comprar? Bem, depende dos preços de cada um. Se por exemplo, a embalagem de 250g custar R$2,30 e a de 500g R$4,60, em um primeiro momento, diria que é indiferente. Mas, se ocorrer que a embalagem de 500g custar R$4,00, pode-se afirmar inicialmente que comprar essa maionese será a melhor escolha. Se a de 250g custasse R$2,00 e a de 500g R$4,30 era melhor levar duas de 250g (levaria 500g e economizaria R$ 0,30). &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TT4irf_BxTI/AAAAAAAAAEI/afEU20vC208/s1600-h/maionese%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Imagem capturada da Unilever.com" border="0" alt="Imagem capturada da Unilever.com" src="http://lh4.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TT4i2Fg5n-I/AAAAAAAAAEM/ZnPrqRy6qFg/maionese_thumb.jpg?imgmax=800" width="224" height="244"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O leitor certamente estará pensando: Oras, esse raciocínio é lógico, até mesmo minha mãe não tendo cursado a faculdade de economia sabe disso. De fato, mas esse conhecimento não é trivial na magnitude que todos pensam. Muitos deixam de economizar até 20% do total da compra. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns dias atrás fiz a gentileza de montar um sistema baseado em Microsoft Office Access para controlar o orçamento de um grupo de colegas de trabalho. Para isso, pedi para que eles me enviassem as notas de supermercado para que eu realizasse alguns testes. Obviamente aproveitei e matei minha curiosidade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Observei que a matemática explicada acima não era utilizada por eles, no dia seguinte os questionei e as respostas vieram uníssonas. Em alguns casos, pela fórmula, seria mais vantajoso comprar os produtos com maior peso e em outros, o de menor pesagem. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aqueles que itens em que o de maior peso não era vantajoso, mas foi comprado, a justificativa baseava-se na praticidade de levar uma embalagem maior em contrapartida de um esforço de acomodar diversas embalagens menores. No caso contrário, a compra da embalagem menor e menos vantajosa se justificava no fato de que a compra de um produto com embalagem maior poderia vir a se deteriorar já que o seu consumo não era elevado. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, para essas pessoas o motivo que as levaram a comprar os produtos em determinadas embalagens não se justificaram a partir dos preços daquelas mercadorias. Em outras palavras, as preferências dos consumidores não levaram em consideração a questão orçamentária, por pura desinformação ou imprudência. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O objetivo de quem se torna um economista é alocar de melhor maneira possível os recursos, nesse caso, nosso amado dinheiro. Intuitivamente, a maioria das pessoas faz isso de alguma forma. Mas a cabeça confusa dos consumidores reais nem sempre respeita a racionalidade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Qual seria a solução para que todos os indivíduos tenham a máxima liberdade possível? A resposta correta infelizmente não é conhecida, mas é possível fazer duas reflexões:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A primeira delas é sobre o poder da liberdade e sua consequência. O Brasil é um país dito livre, isso significa que cada um pode escolher onde vive, o que come, a religião que professa, o candidato que nomeia, o canal que assiste, a música que ouve entre tantas outras escolhas. Cada uma dessas escolhas é defendida por lei, a constituição deste país define a liberdade como um dos fundamentos essenciais de sua proteção. A vida é o ato de suprema liberdade, não é por acaso que em alguns países os culpados por crimes são executados, assim como em diversas civilizações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o direito de um acaba onde começa o de outro. Se alguém percebe que seu direito foi violado buscará alguma forma de retratação, mesmo que isso signifique uma punição. Se as regras do jogo são fiscalizadas por alguém, este fiscal será procurado para serem exigidos os direitos legais e as devidas punições para o violador. Caso não exista a figura desse fiscal ou não haja o desejo em procurá-lo o indivíduo incomodado buscará meios para aplicar pessoalmente a punição que julgar necessário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim é na casa de cada um, nossos pais nos educam conforme as regras que julgam corretas, quando violamos uma delas recebemos uma punição. Tais regras foram impostas, geralmente não há democracia dentro de casa. E essa imposição é dada por aqueles que possuem maior poder.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se A mata B que é irmão de C, poderia C julgar necessário matar A. Por sua vez, D é mulher de A, que ao ver C matando A, poderia essa última matar C. Enfim, uma situação muito complexa. A conclusão é que quando os agentes agem livremente não é possível prever suas ações. Isso pode ser percebido em qualquer sociedade, das mais atrasadas as mais modernas. Toda sociedade precisa de um líder, este líder será capaz de subjugar os infratores e proteger o direito dos demais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A segunda reflexão é que o agente responsável pela proteção dos direitos e mantenedor das regras não é um deus. Assim, é impossível que alguma agente seja capaz de atuar de forma que todos os indivíduos de uma sociedade tenham a liberdade de maneira ampla e utilizem plenamente desta liberdade para maximizar sua satisfação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto que vale a ser destacado é que o poder não é estável nas mãos de ninguém, por exemplo, os filhos que crescem sob as regras dos pais um dia saem de casa e constroem as suas próprias regulamentações. E por último, o fato de ser livre pode até significar a capacidade de tomar qualquer decisão, mas não muda em nada em seu conceito quando a consequência de sua ação é negativa para quem a executa.    &lt;br /&gt;Não é possível encontrar, pelo menos por enquanto, melhores soluções para assegurar a liberdade a todos, mas podemos concluir que não é falta de liberdade quando alguém responde negativamente a sua ação, a verdade é que cada um está protegendo seu próprio direito. Discutir liberdade é algo muito complexo e difícil, cada um pode em seu ponto de partida chegar a conclusões diversas. Mas defendo que a sua liberdade pode incomodar a minha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tornemos este debate em algo mais real, quando leio alguns estudiosos discutirem a eficácia da Lei Seca, é admirável os seus argumentos que chegam ser absurdos. Não por ser eficaz ou não tal medida, mas os fundamentos das críticas. Não quero me alongar muito sobre este assunto, nem discutir os dados da polícia de trânsito ou qualquer outra estatística. Apenas ressalto um dos argumentos dos intelectuais anti-lei-seca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem dúvida é muito triste saber que um jovem que saía de casa, entrava em um bar, bebia dois copos de cerveja e voltava para casa dirigindo não pode mais fazer isso devido às leis impostas. Uma coisa lamentável para a liberdade, porém mais lamentável é saber que esse irresponsável ao dirigir, começa a perder sua capacidade a partir do primeiro copo de cerveja – fato cientificamente comprovado - e este pobre infeliz coloca a sua vida em risco, e bem pior a vida de outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos deveriam ter a liberdade de beber e dirigir. Se eu acho que sou capaz de dirigir, quem é o Estado para dizer que não? Mas e a liberdade de quem perdeu a vida? De quem se machucou? Dos parentes e amigos que podiam estar em outro lugar ao invés de um hospital ou cemitério? Dos enfermeiros, médicos, policiais, bombeiros que poderiam ajudar outras pessoas? Dos demais motoristas que enfrentam o congestionamento causado pelos acidentes?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A liberdade é um grande pode e é como uma frase que por muitos já foi ouvida: Com o poder vem a responsabilidade. Com efeito, depois de toda essa discussão, ficamos incapazes de definir ao certo o que é liberdade. Apesar de não saber conceituar liberdade, posso definir o que essa palavra não significa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Liberdade não é a suprema capacidade de o indivíduo executar ações do modo que desejar, sem sofrer punições, sem ferir a liberdade alheia e sem arcar com as consequências de seus atos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;****&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Visite também &lt;a href="http://alanlemos.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Alan&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Entretanto, será exposto que muitas respostas dadas para essas perguntas não parecem conter a verdade. A primeira pergunta pertinente ao tema é: O que é liberdade?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um busca do conceito no dicionário, enciclopédia e outras fontes é o primeiro passo para encontrar a resposta. Do ponto de vista filosófico, a liberdade pode ser interpretada de diversas formas, o uso de cada parâmetro dependerá aonde se pretende chegar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vamos então aqui construir nosso próprio conceito e tentar perceber no que ele implica na sociedade onde vivemos. Vamos definir liberdade como sendo a possibilidade de um individuo executar ações (pensar, falar, agir, cantar, se omitir, mentir e etc.) da maneira que achar conveniente para sua satisfação sem sofrer qualquer espécie de coerção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se alguém é livre para fazer o que quiser, logo estará maximizando sua satisfação nessa ação, já que será limitado apenas pela sua própria capacidade de fazer. Esse indivíduo poderá alocar as suas atitudes de forma mais favorável e conseguir o melhor resultado possível. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Certamente se cada indivíduo é livre e busca o que é melhor para si, podemos concluir que se cada um está satisfeito a sociedade como um todo também o estará. A segunda conclusão é que qualquer tipo de coerção com qualquer intuito deformará essa condição. De uma forma geral, todos os agentes são capazes de escolher o que é melhor para si e qualquer outro agente externo será ineficiente nestas escolhas. Isso significa que ninguém é capaz de decidir por outra pessoa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indivíduos são representados como uma coleção de preferências, estas são capazes de demonstrar o comportamento de cada agente. A sociedade é a soma destes indivíduos e, portanto, a preferência de uma sociedade é a soma das preferências de todos os indivíduos. Mas seria realmente o todo a soma das partes? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vamos imaginar que uma sociedade seja composta de dois únicos agentes A e B. A decisão de cada um deles é neutra, isso quer dizer que o agente A possui uma preferência e toma uma decisão, mas que não interfere na decisão do agente B que possui outra preferência. Agindo livremente cada agente se satisfaz e a sociedade, portanto, estará satisfeita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o que ocorreria se a ação de A interferisse na decisão de B? A gosta de dormir com a lâmpada apagada e B prefere que a lâmpada esteja acesa, os dois dormem no mesmo quarto e essa é a única opção. Como esse problema seria resolvido? Qualquer uma das possibilidades não satisfaria plenamente todos os indivíduos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em uma situação normal, a lâmpada obrigatoriamente ficaria acesa ou apagada – visto que não existe alternativa. Sem nenhum acordo, o estado da lâmpada seria dado de acordo com o agente que possuísse maior poder – poder representado neste caso por ser o agente o dono da casa, por exemplo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como as preferências não foram neutras, podemos dizer que o agente que conseguiu que a lâmpada permanecesse da forma como desejou, é o agente opressor do outro individuo. Podemos concluir que a liberdade de um desses agentes foi cerceada ou negada por completo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para este exemplo duas soluções básicas poderiam ser encontradas. A primeira é a presença de um terceiro individuo que decidiria se a lâmpada permaneceria acesa ou não. A segunda opção é uma troca entre os dois indivíduos de modo que a satisfação de ambos seja alcançada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A presença do terceiro agente (chamaremos de C) é a resposta à falha na relação entre A e B. Caso C conclua que seja melhor a lâmpada permanecer acesa, C tornar-se-á o agente opressor de A. Se a escolha for por apagar a lâmpada, B, então, será oprimido por C. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma decisão diplomática poderia ser adotada por C, este compraria uma lâmpada que variasse a quantidade luz e decidisse mantê-la em um nível médio de iluminescência. Este terceiro agente não estaria concedendo vantagem exclusiva a nenhum agente, mas estaria reduzindo a satisfação dos dois. O motivo deste problema já foi citado no inicio do texto, ninguém é capaz de decidir por outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, o individuo A poderia convencer B, em troca de algum benefício. Se a lâmpada for apagada A estaria disposto a pagar alguma quantia em dinheiro para B. Este valor seria correspondente à necessidade de satisfazer o seu desejo, A pagaria mais ou menos de acordo com nível de satisfação que a lâmpada apagada lhe proporcione. Além disso, B aceitaria tal quantia apenas se o valor superasse a satisfação de manter a lâmpada acesa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas por que A pagaria alguma quantia? Por que B não pagaria? E se nenhum quiser pagar ou se os dois quiserem pagar o mesmo valor? Para isso é necessário definir os direitos de cada um.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se A possui o direito de lâmpada ficar apagada, B então poderá ceder alguma quantia em troca de luz. Caso B tenha o direito de luz, A poderá dar alguma quantia em troca de apagar a luz. Dessa forma, ambos agentes estarão se satisfazendo de alguma maneira, sejam pela utilidade derivada da posse do dinheiro ou pela satisfação da existência de luz ou não.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Percebemos que a liberdade não é algo infinito, esta possui limites na existência de outro individuo livre. E o que ocorre quando um agente livre impede a liberdade de outro? Certamente este prejudicado reclamará ao seu direito e buscará por justiça. No nosso exemplo, imaginemos que os direitos de A sejam fixados como regra. O que ocorreria se B não respeitasse tais regras? Certamente A buscaria alguma forma de obrigar e punir tais faltas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Concluímos que quando a liberdade de um não é neutra, os direitos e deveres dos agentes devem ser estabelecidos, isso reduz nossa definição preliminar de liberdade. Liberdade seria então, a capacidade de um indivíduo executar ações da maneira que convier, de modo que as mesmas não impliquem em redução da liberdade de outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada agente, portanto, possui direitos e deveres. Cada um deve respeitar o direito de outros estando passível de sofrer punições. Mas quem definirá os direitos, deveres e as punições?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Podemos novamente pensar em duas soluções: a presença de um terceiro agente ou uma espécie de votação. O terceiro agente funcionaria como um observador que percebe o que é melhor para A e B, depois disso concluiria o que é melhor para ambos definindo os direitos, os deveres e as punições, além de ser responsável pela fiscalização do cumprimento das regras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A votação no nosso exemplo seria inútil, mas se pensarmos em uma sociedade com um número maior de indivíduos a opção tornar-se-ia mais viável. A decisão das regras ocorre através da escolha da maioria dos indivíduos. Mas não existe unanimidade em todos os casos, por isso a existência da minoria poderá ser uma constante nesse tipo de sistema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada uma dessas soluções carrega alguns problemas, o principal problema da existência do terceiro agente é que este pode exercer sua função de maneira incorreta e decidir por regras desfavoráveis a A, a B ou a ambos. No caso da votação, a maioria configurar-se-ia em opressora da minoria, poderia ainda a minoria recusar-se a seguir as regras estabelecidas e atuar de forma a reduzir a liberdade dos demais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma terceira solução seria um agrupamento das duas últimas, um terceiro agente e um sistema de votação. O terceiro agente seria responsável por garantir que a minoria do sistema de votação acatasse o que foi decidido e minimizar a opressão da maioria sobre a minoria, em contrapartida, o sistema de votação diria a esse terceiro agente o que deseja a sociedade, reduzindo o risco de ações ditatoriais do agente C.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seria este um sistema perfeito? Não, conhecemos os problemas do sistema de votação, e nem sempre o que a maioria decide é favorável a todos. Além disso, teríamos que acreditar na benevolência do terceiro agente em acatar a decisão da maioria e ser incorruptível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.academiaeconomica.com/2010/10/os-desafios-de-uma-sociedade-livre-ii.html"&gt;Parte II&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;****&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Visite também &lt;a href="http://ecoufes.blogspot.com" target="_blank"&gt;Blog de Economia da UFES&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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****&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-6003503323376462581?l=www.academiaeconomica.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.academiaeconomica.com/feeds/6003503323376462581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=116708335437037181&amp;postID=6003503323376462581&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default/6003503323376462581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default/6003503323376462581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.academiaeconomica.com/2010/10/em-apuros-mantega-diz-iof-elevando_13.html' title='...em apuros Mantega diz: IOF elevando, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;cambio! &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(parte II)'/><author><name>David Sacramento Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08808014847377702346</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-2251296713277290444</id><published>2010-10-11T11:00:00.001-04:00</published><updated>2010-10-20T15:19:50.655-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='opiniao'/><title type='text'>...em apuros Mantega diz: IOF elevando, cambio! (parte I)</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; DISPLAY: block; HEIGHT: 219px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526808634727882610" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_yojBPFJQC5o/TLMrK8aEX3I/AAAAAAAAAG4/9AIMsyn1tOU/s320/charge-dolar.png" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Para maior tranquilidade na leitura, preferi dividir o post em duas partes.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Mantega anuncia alta do IOF de estrangeiros para renda fixa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alíquota sobe de 2% para 4% a partir desta terça-feira.&lt;br /&gt;Objetivo é evitar uma queda maior do dólar, explicou Mantega&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta segunda-feira (4) que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) será elevado, a partir de terça, de 2% para 4% para os investimentos estrangeiros em renda fixa. Para os investimentos de residentes em outros países em bolsa de valores, não haverá mudanças, de acordo com o ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte:&lt;a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/10/mantega-anuncia-alta-do-iof-da-renda-fixa.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez o Brasil se depara com a questão cambial, mas hoje tal questão está situada num ambiente diferente de anos atrás quando o cambio desvalorizado era favorável as exportações brasileiras. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que o Real fraco e o cenário de alta dos preços das commodities foram fatores que ampararam a ladainha do dito crescimento sustentado, enaltecido pelos mesmos papagaios políticos durante esses útimos oito anos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_yojBPFJQC5o/TLMpFnF47XI/AAAAAAAAAGo/cqWI_1W4fYQ/s1600/pibXcommodities.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 340px; DISPLAY: block; HEIGHT: 252px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526812229158864114" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_yojBPFJQC5o/TLMucKtMhPI/AAAAAAAAAHA/GlkpF9Sdvhc/s320/imagem.JPG" /&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fontes: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ibge.gov.br/series_estatisticas/exibedados.php?idnivel=BR&amp;amp;idserie=SCN02"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.ibge.gov.br/series_estatisticas/exibedados.php?idnivel=BR&amp;amp;idserie=SCN02&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=1568801801&amp;amp;Tick=1286797028203&amp;amp;VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario%28%27frmMain%27%2C%27Series%3FSessionID%3D1568801801%26Text%3Dbalan%E7o%20de%20pagamentos%26Tick%3D1286797028203%27%29%3B&amp;amp;Mod=M"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=1568801801&amp;amp;Tick=1286797028203&amp;amp;VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario%28%27frmMain%27%2C%27Series%3FSessionID%3D1568801801%26Text%3Dbalan%E7o%20de%20pagamentos%26Tick%3D1286797028203%27%29%3B&amp;amp;Mod=M&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;OBS: A projeção do PIB de 2010 foi extraída do FMI e o índice de preços de commodities exceto petróleo (jan 2002 =100) em 2010 é baseado na média até o mês de setembro deste mesmo ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, atualmente o quadro no comércio internacional, evidente nos últimos meses do balanço de pagamentos é um pouco desfavorável diante dos períodos mais recentes da economia brasileira. Para tanto o Ministro da Fazenda, Guido Mantega na semana passada liberou a elevação de 2% para 4% do IOF (imposto sobre operações financeiras) sobre as aplicações estrangeiras em renda fixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 232px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526807160342384946" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_yojBPFJQC5o/TLMp1H5LETI/AAAAAAAAAGw/34bBX1rTn4k/s320/bp.JPG" /&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=1568801801&amp;amp;Tick=1286797028203&amp;amp;VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario%28%27frmMain%27%2C%27Series%3FSessionID%3D1568801801%26Text%3Dbalan%E7o%20de%20pagamentos%26Tick%3D1286797028203%27%29%3B&amp;amp;Mod=M"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=1568801801&amp;amp;Tick=1286797028203&amp;amp;VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario%28%27frmMain%27%2C%27Series%3FSessionID%3D1568801801%26Text%3Dbalan%E7o%20de%20pagamentos%26Tick%3D1286797028203%27%29%3B&amp;amp;Mod=M&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;OBS: A projeção do balanço de pagamentos de 2010 é baseada na média até o mês de agosto deste mesmo ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em uma análise rápida e sem propósitos muito formais, não é difícil de afirmar que esta medida surte pouco efeito sobre o problema do Real forte. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Ressalto que o Real forte é um “problema” que muitas vezes aparece apenas como se houvesse no Brasil, devido principalmente à maior taxa real de juros do mundo, que atrai capitais especulativos sanguessugas com sua oferta significativa de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero lembrar que em geral, o Dólar tem se enfraquecido diante das demais moedas mundiais graças às peculiaridades econômicas dos Estados Unidos, mas isso deve ser mencionado calma e tranquilamente em outro post...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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****&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-8981057660943400394?l=www.academiaeconomica.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.academiaeconomica.com/feeds/8981057660943400394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=116708335437037181&amp;postID=8981057660943400394&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default/8981057660943400394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116708335437037181/posts/default/8981057660943400394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.academiaeconomica.com/2010/10/variacao-infinitesimal-e-o-marketing-de.html' title='Variação Infinitesimal e o marketing de sucesso'/><author><name>Daniel Simões Coelho</name><uri>https://profiles.google.com/108961658922607800357</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-K5m1-Kkqh9A/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAKU/V6V7WB473nw/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TKS-ncfMMMI/AAAAAAAAAC0/__eUcw9ZeCM/s72-c/aproveitem_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-6401431243883757957</id><published>2010-09-30T12:58:00.001-04:00</published><updated>2010-09-30T12:58:35.765-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informal'/><title type='text'>Adivinhem quem é</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TKTBegdXjSI/AAAAAAAAAC4/s9OGOQFCzSY/s1600-h/image001%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="image001" border="0" alt="image001" src="http://lh6.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TKTBlpSHLuI/AAAAAAAAAC8/L30Z67ZaaHc/image001_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="129" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quem é &lt;b&gt;baixinha&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;gorducha&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;brava&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;dentuça&lt;/b&gt;, usa &lt;b&gt;vestido vermelho&lt;/b&gt; e tem &lt;b&gt;1 amigo que fala errado&lt;/b&gt; ?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TKTBoZ-mKyI/AAAAAAAAADA/51Z6D24RPH4/s1600-h/image002%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image002" border="0" alt="image002" src="http://lh5.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TKTBudMfv9I/AAAAAAAAADE/ceQhh3K4_pA/image002_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="175" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;****&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Visitem também &lt;a href="http://austriaco.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Austríaco&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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E é com este intuito que a Revista Top of Business realiza a entrega do Troféu Top Empreendedor 2010.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Quero deixar os meus parabéns a toda a equipe que merecidamente recebeu o retorno de seus esforços para tornar a internet um ambiente produtivo. Venho acompanhando essas transformações pelo próprio &lt;a href="http://www.mestremidia.com.br" target="_blank"&gt;portal&lt;/a&gt; e via &lt;a href="http://twitter.com/mestremidia" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TIpp5OqR59I/AAAAAAAAACg/TVSFbNp_3N4/s1600-h/mestremidia%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="mestremidia" border="0" alt="mestremidia" src="http://lh5.ggpht.com/_BzGaHleEChA/TIpp5ru4BxI/AAAAAAAAACk/5N8WuF0iI6A/mestremidia_thumb.jpg?imgmax=800" width="203" height="141" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Agradeço pelo apoio, principalmente o colega Jhonathan, pelas indicações do Blog Academia Econômica. É muito bom saber que capixabas estão se destacando no cenário nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segue abaixo o vídeo do evento realizado no ano passado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZpKSVZHfOnA?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ZpKSVZHfOnA?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desejo mais uma vez parabéns a equipe MestreMidia e continuem trabalhando!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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O ser humano deve ser considerado com a total complexidade que lhe é devida, sua natureza, suas relações com outros indivíduos e com o meio onde vive.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro aspecto importante é que o homem modifica-se no tempo e no espaço. Assim, as deduções acerca de sua realidade e seu comportamento devem levar em consideração essas mudanças. Do mesmo modo, as tentativas de construção de teorias gerais sobre as relações sociais não são promissoras. Primeiro porque a principal semelhança que temos é a diferença, o que nos confere a personalidade original de cada um. Em seguida, mudamos com o tempo, em outras palavras, somos diferentes de nós mesmos ao decorrer de nossa existência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por isso, muitos teóricos que negam a natureza humana acabam construindo proposições falsas ou utópicas. Caminham perigosamente para teorias distantes da realidade e da aplicação. Não é verdade, contudo, que teorias abstratas não são valiosas, porém essas devem conter alguma evidência prática e que cheguem a conclusões aplicáveis. Derivando da própria argumentação, é possível que as propostas que hoje parecem irreais tornem-se em algum tempo absolutamente viáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O atual sistema tornou as relações entre os indivíduos e o meio onde vivem mais robustas. Por esse motivo, problemas surgiram e muitos outros já existentes foram potencializados por essa robustez. Dessa maneira, não é difícil de imaginar porque ideias surgem a todo o momento a respeito de como modificar a realidade da sociedade onde vivemos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em busca da sociedade ideal, devemos lembrar mais uma vez que são os seres humanos que estão no núcleo dessa discussão. Essa nova sociedade deve ser compatível com a natureza do ser humano, do contrário estará assinando sua sentença de morte. Muitas ideias revolucionárias não se sustentam no debate ou na vida real por negar que o ser humano é como é.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como não se seduzir pelas propostas de uma sociedade mais justa e igualitária? Onde os homens seriam tratados da mesma forma em todas as instâncias, independentemente de sua posição social e poder. Aliás, o que dizer de uma indiferenciação social, onde nenhum indivíduo seria classificado em ordem de importância e ninguém fosse subjugado ou explorado?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em um mundo desigual, onde uns poucos detêm quase toda parcela da riqueza, não é possível falar em prosperidade para toda a humanidade. Assim a história nos presenteia com um mundo sem igualdade e sem prosperidade universal. Exatamente é essa a razão que provoca os manifestos socialistas e comunistas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por outro lado, como acreditar que seria capaz uma sociedade onde seus indivíduos fossem iguais? Onde não houvesse relação de poder, consequentemente não houvesse exploração? Desde os remotos tempos em que a escrita pode contar, sempre houve hierarquia, poder, exploração e diferenciação social.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se repartíssemos toda a riqueza do mundo em cotas iguais, certamente alguns indivíduos utilizariam suas ferramentas para se apossar do bem de seu semelhante. Isso porque, não foi o capitalismo que criou a relação de poder e exploração, mas isso é da própria natureza do homem, expressada até em nossas crianças.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A solução encontrada por diversas nações que tentaram e as que ainda tentam adotar sistemas de justiça social é a utilização da força. Não é por outro motivo que os antagonistas do socialismo argumentam, e com toda razão, que tais iniciativas levam a ditadura e não cumprem com seus objetivos seminais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O capitalismo provocou mudanças traumáticas no modo como as pessoas se relacionam. Todavia, aparentemente a maioria dos indivíduos estão dispostos a bancar o preço dos problemas que o sistema provoca e se beneficiar das vantagens que inegavelmente o capitalismo proporciona.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Algumas pessoas são contrárias ao uso da coerção para empregar uma determinada ideologia. Acreditam que os ideais socialistas e comunistas são veneráveis, mas que não apresentam nenhuma consistência prática e trazem problemas. Apoiadores do projeto de uma sociedade liberal, por exemplo, não desejam mudar o sistema, pois acreditam que seja o melhor modo de produção arquitetado pela humanidade. Reconhecem seus problemas, mas a solução para boa parte deles é a ação livre de cada indivíduo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitos liberais defendem uma espécie de anarco-capitalismo, onde nenhuma liberdade individual seria prejudicada por ação de quem quer que fosse, principalmente o Estado. Um Estado mínimo ou ausente seria apenas parte desse complexo rol de pensamentos conhecido como liberalismo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O problema é que muitos fãs do pensamento liberal confundem liberdade com responsabilidade. Ser livre não é se isentar de responsabilidade, ser livre não é agir e nenhuma reação acontecer. Qualquer indivíduo livre deve respeitar o seu próximo para que da mesma forma, como ocorre com os personagens de suas críticas, não se tornem algozes de ninguém.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma sociedade liberal parece ser um projeto mais factível. O erro, talvez, seja pensar que os problemas de nossa atual sociedade fossem resolvidos com a adoção do espírito liberal simplesmente. A sociedade deve mudar e essa mudança deve ser natural.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Estado, grupos sociais e instituições devem parar de ditar o que ser humano deve ou não fazer, parar de punir determinadas ações e parar de controlar a natureza do homem. Mas por que ainda é assim?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Talvez a resposta seja muito obvia. É mais cômodo viver em um ambiente onde existe alguém resolvendo nossos problemas. Quando os direitos de um membro forem infringidos, alguém estará lá para defender e esse mesmo alguém criará normas para o bem estar de toda a sociedade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se esses membros não aprenderem a se respeitar, compreender que as pessoas são diferentes e que ninguém é obrigado a pensar ou agir da mesma forma, as leis ditadoras continuarão a existir. Enquanto homossexuais, negros, pobres, deficientes físicos e mentais e pessoas que por algum motivo não façam parte da maioria forem apedrejados, assassinados ou discriminados de qualquer maneira, a sociedade não conseguirá ser melhor e os indivíduos não poderão ser livres.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alcançar esse objetivo antes de uma sociedade livre significa analisar e perceber se não é da natureza humana ser assim, do jeito que é. Mas nada impede que o tempo e as transformações pertinentes façam desse mundo um lugar propício para a adoção de um sistema melhor e uma sociedade ideal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;****&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Visite também &lt;a href="http://anasimandro.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Anaximandro – O universo dança sozinho&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Es decir, es un &lt;b&gt;análisis&lt;/b&gt; a nivel individual de cada uno de los &lt;b&gt;mercados existentes&lt;/b&gt;, de su funcionamiento e interacción, tomando como base multitud de datos sobre las &lt;b&gt;rentas&lt;/b&gt;, los &lt;b&gt;precios&lt;/b&gt;, el &lt;b&gt;paro&lt;/b&gt; y así como otras &lt;b&gt;variables económicas&lt;/b&gt; de diferentes países y periodos en el tiempo. La macroeconomía es, por tanto, la ciencia económica basada en el estudio de los &lt;i&gt;datos&lt;/i&gt; y &lt;i&gt;hechos históricos&lt;/i&gt; acontecidos, para a posteriori, elaborar teorías con la finalidad de diseñar una &lt;b&gt;política económica&lt;/b&gt; adecuada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Una vez que sabemos &lt;b&gt;qué es la macroeconomía&lt;/b&gt;, debemos centrarnos en ver cuales son los datos utilizados en el análisis macroeconómico. Deciros que hay tres variables de especial importancia para el estudio de la economía de un país y que son: el &lt;b&gt;&lt;i&gt;Producto Interior Bruto&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;PIB&lt;/b&gt;), la &lt;b&gt;tasa de inflación&lt;/b&gt; y la &lt;b&gt;tasa de paro&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estas variables son muy importantes pues con el &lt;b&gt;PIB&lt;/b&gt; medimos la renta total de todos los miembros de la economía. El PIB por tanto es la suma de todos los bienes y servicios finales que un país produce durante un periodo de un año. Por otro lado, &lt;b&gt;&lt;i&gt;la tasa de inflación&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; mide el ritmo al que suben los precios, y &lt;b&gt;&lt;i&gt;la tasa de paro&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; es un indicador del porcentaje de &lt;b&gt;&lt;i&gt;población activa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (personas en edad laboral, empleados y desempleados) que no tiene trabajo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;En cuanto a los &lt;b&gt;modelos&lt;/b&gt; que se utilizan en la &lt;b&gt;macroeconomía&lt;/b&gt; el más utilizado para este análisis es el modelo de &lt;b&gt;la oferta y la demanda&lt;/b&gt;, que introducimos en el post de &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.queeseconomia.com/2010/05/que-es-microeconomia.html"&gt;qué es microeconomía&lt;/a&gt;. &lt;/b&gt;En este modelos influyen tanto variables endógenas como exógenas. Es decir, aquellas que comprende y aquellas que proceden de fuera del modelos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SGZgp7moy3E/TBIQ8Hn4A8I/AAAAAAAAAS8/Z3kIT6YBSIA/s1600/desplazamiento+de+la+demanda.png"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_SGZgp7moy3E/TBINRGu3IaI/AAAAAAAAAS0/akS1b9XVk9Y/s400/oferta+y+demanda.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Un ejemplo sería el consumo de helados. En la &lt;b&gt;curva de la demanda&lt;/b&gt; veríamos reflejado la relación entre la cantidad demandada por parte del consumidor de helados y su precio, manteniendo constante la renta (salario). Cuanto más alto es el precio, los consumidores optarán por consumir otros productos. Por otro lado, la &lt;b&gt;curva de la oferta&lt;/b&gt; representa la relación entre la cantidad ofrecida y su precio. La pendiente es positiva y hay un excedente de los productores de helados cuando el precio sube, por tanto para la empresa es más rentable y aumentan su producción. El &lt;b&gt;equilibro&lt;/b&gt; como indica el gráfico en donde &lt;b&gt;la oferta y la demanda&lt;/b&gt; se cortan.     &lt;br /&gt;Imaginemos que la renta sube, por tanto el nivel adquisitivo de los consumidores aumenta, produciéndose un aumento del consumo de helados. Esto provocaría un &lt;i&gt;desplazamiento&lt;/i&gt; de la &lt;b&gt;curva de la demanda&lt;/b&gt; hacia la derecha del gráfico, por lo que el precio de &lt;b&gt;equilibrio de la oferta y la demanda&lt;/b&gt; se vería modificado también.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SGZgp7moy3E/TBIQ8Hn4A8I/AAAAAAAAAS8/Z3kIT6YBSIA/s1600/desplazamiento+de+la+demanda.png"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_SGZgp7moy3E/TBIQ8Hn4A8I/AAAAAAAAAS8/Z3kIT6YBSIA/s400/desplazamiento+de+la+demanda.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;En el caso contrario, visto desde el punto de vista de &lt;b&gt;la curva de la oferta&lt;/b&gt;, si los precios de la materia prima para producir los helados aumentara, la consecuencia directa sería un descenso en la oferta de helados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;FUENTES| &lt;a href="http://www.antonibosch.com/"&gt;ANTONI BOSCH&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;____________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Ana Belén Pedroche Sánchez, especialista em economia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Contato queeseconomia&lt;font color="#ff0000"&gt;[arroba]&lt;/font&gt;gmail.com&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Para enviar algum texto basta ler &lt;a href="http://www.academiaeconomica.com/2008/11/informacoes.html"&gt;nossa conduta&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;____________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Actualmente, ¿quién no ha escuchado la palabra &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.queeseconomia.com/" target="_blank"&gt;economía&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; en alguna ocasión?, sobretodo en los últimos meses, coincidiendo con un período económico muy delicado, pues nos encontramos atravesando una &lt;b&gt;gran crisis económica &lt;/b&gt;a nivel global.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pero, &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.queeseconomia.com/" target="_blank"&gt;¿qué es economía?&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.queeseconomia.com/" target="_blank"&gt;Economía&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; es la &lt;b&gt;ciencia social&lt;/b&gt; encargada de estudiar aquellas &lt;b&gt;relaciones sociales&lt;/b&gt; que intervienen en los procesos de &lt;b&gt;producción&lt;/b&gt;,&lt;b&gt;intercambio&lt;/b&gt; y posterior &lt;b&gt;consumo&lt;/b&gt; de &lt;b&gt;bienes&lt;/b&gt; y &lt;b&gt;servicios&lt;/b&gt;. El objetivo de la economía no es otro que el de aportar criterios racionales para que la &lt;b&gt;asignación de recursos&lt;/b&gt;, muchos de ellos con vida limitada como el petróleo, sea lo más eficiente posible para el &lt;b&gt;desarrollo sostenible&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_SGZgp7moy3E/S_g5aaoWi7I/AAAAAAAAANo/116y4DWNauY/s400/grafico+econom%C3%ADa+mixta.JPG" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hay que explicar que la definición de &lt;b&gt;economía&lt;/b&gt; tiene dos puntos de vista.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uno relativo a explicarla como, la ciencia encargada de &lt;b&gt;satisfacer las necesidades humanas &lt;/b&gt;mediante la producción, distribución, circulación y el consumo de dichos bienes y servicios, que sería la &lt;b&gt;definición clásica objetiva&lt;/b&gt;, pues el economista analiza los fenómenos económicos sin incluir valoraciones, y que está basada en el materialismo histórico de Friedrich Engels, a la que Karl Marx, añade el concepto del valor-trabajo.* Esto será el preámbulo de la economía política.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde el otro punto de vista, encontramos la &lt;b&gt;definición clásica del subjetivismo&lt;/b&gt;de Lionel Robbins, quien afirma: &amp;quot;La &lt;b&gt;economía&lt;/b&gt; es la &lt;b&gt;ciencia&lt;/b&gt; que se encarga del estudio de la satisfacción de las necesidades humanas mediante bienes que, siendo escasos, tienen usos alternativos entre los cuales hay que optar&amp;quot;, por tanto haciendo referencia a la escasez de las materias primas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;La &lt;b&gt;economía&lt;/b&gt; se divide en dos grandes ramas:&lt;/p&gt;  &lt;li&gt;La&lt;b&gt; microeconomía:&lt;/b&gt;     &lt;p&gt;Que es la encargada de estudiar aquellos hechos económicos relacionados con las&lt;b&gt;pequeñas unidades de decisión,&lt;/b&gt; siendo estas las empresas y hogares. El objetivo de la microeconomía es analizar sus decisiones e interacciones en los distintos mercados.&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;La &lt;b&gt;macroeconomía:&lt;/b&gt;     &lt;p&gt;Que es la encargada de estudiar aquellos hechos económicos relacionados con el&lt;b&gt;funcionamiento global&lt;/b&gt; de la economía, esto es, crecimiento económico, inflación, tipo de interés, divisas, balanza de pago,déficit, ect.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;* como concepto específico dentro del capitalismo&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;____________________________________________&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Escrito por Ana Belén Pedroche Sánchez, especialista em economia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Contato queeseconomia&lt;font color="#ff0000"&gt;[arroba]&lt;/font&gt;gmail.com&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;____________________________________________&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Confesso que não fiz nenhum tipo de contribuição para esse projeto, não porque discordasse do objetivo ou por qualquer motivo ideológico, mas simplesmente por nunca ter doado mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um comportamento que me chamou atenção foi a preocupação da emissora em prestar contas do dinheiro que fora arrecado durantes as campanhas. Algo que deve ser valorizado, pois muitas vezes não sabemos qual destino do nosso dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao assistir às apresentações do Criança Esperança costumo fazer um paralelo com as políticas governamentais de apoio à criança e ao adolescente neste país. Ao final, fico feliz pela iniciativa privada dos grupos sociais em apoiar a causa, mas revoltado em ver que o principal responsável pelas políticas sociais não dedicam grande esforço.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Estado é responsável pela situação em que se encontram crianças e adolescentes, aqueles marginalizados, envolvidos nas drogas, na criminalidade, sem boa educação, sem acesso à saúde, ao emprego e com necessidades essenciais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E o Estado é responsável não por fundamentos teóricos, mas porque fica com nosso dinheiro com a justificativa de proporcionar alguma mudança. Eu sou absolutamente contrário ao pensamento de muitos profissionais que acreditam que o governo deva resolver todos os nosso problemas, mas a medida que o governo retém nosso dinheiro para esse propósito, ele está obrigado a fazê-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se caso eu fosse presidente do Brasil, sentiria muita vergonha quando a Globo iniciasse a campanha do Criança Esperança. Lula e todos os presidentes nesses 25 anos de projeto deveriam ficar com a cara vermelha ao ver que há necessidade de iniciativas privadas para tentar melhorar nossa realidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quem mora em áreas mais carentes desse Brasil – e eu conheço bem essa realidade – sabe que quando vem ajuda para melhorar a situação social daquele local quase sempre a ajuda é de Organizações Não-Governamentais ou iniciativas dos empresários.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para doar ao Criança Esperança é necessário ligar para um determinado número de acordo com o valor desejado, ouvir a mensagem até o final e completar a sua doação e esse projeto arrecada em um período do ano, prestando contas no ano seguinte. Para doar ao governo, basta estar vivo, o valor não é você quem escolhe e a arrecadação é o ano todo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao assistir esse e outros projeto sinto-me envergonhado e ao mesmo tempo reflito qual seria a solução: O governo aprende com quem faz a adotar políticas efetivas ou abre mão dessa responsabilidade para quem tem competência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas se não faz devolva meu dinheiro!!!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;****&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Visite o site de &lt;a href="http://professorperinger.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Alfredo Marcolin Peringer&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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E essas foram minhas percepções até o momento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://i.blogamos.com/dilma-rousseff.jpg" width="150" height="184" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Basicamente está escondida sob o mandato de seu padrinho (o Lula). A grande dúvida apresentada é sobre sua capacidade de comandar o país e sua experiência política. Para responder a essa questão ela argumenta que possui experiência e capacidade. Embora, na maior parte do tempo ela exalta os feitos da atual gestão, que apesar de ter feito parte, não são méritos dela propriamente. A sua principal estratégia é atacar o candidato tucano, utilizando a velha argumentação petista, onde o governo de FHC privatizou tudo, fez poucos investimentos e entregou o governo com a inflação descontrolada e altos níveis de endividamento. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_MIfGO8dw6Eo/TBeFV6PRljI/AAAAAAAAAlI/-qq_aMZC3y8/s400/jose_serra_gala.jpg" width="150" height="211" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todas as perguntas são respondidas em um tom de provocação a candidata do PT. Não perde nenhuma oportunidade para desmoralizar sua adversária. Suas propostas de governo não parecem bem claras, mas pautadas em fazer melhor do que já foi feito no governo atual. Faz referências aos resultados positivos de sua gestão no governo de São Paulo, o mesmo governo que é utilizado como crítica por outros candidatos &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marina Silva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/05/14/14_MVG_salve_marina.jpg" width="150" height="190" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Suas colocações, por vezes, nos lembra uma entrevista de emprego. A candidata do PV fica sempre se apresentando como alguém com boas intenções, motivada e com boas ideias para resolver os problemas do Brasil. Todavia, sua presença fica ofuscada diante do embate entre os candidatos petistas e tucanos. Sua postura é de não atacar nenhum adversário e reconhecer os pontos positivos de cada um, mas ela perde a chance de apresentar propostas concretas sobre o que pretende fazer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tanto o debate da Rede Bandeirantes quanto o da Folha foram interessantes. Mostrou pela primeira vez nesse processo as intenções dos candidatos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todavia, fiquei insatisfeito com o tempo de resposta para cada um, acho que dois minutos não é suficiente. Sem mencionar as questões escolhidas, em sua maioria pouco inteligentes como por exemplo: “ O que o senhor(a) pretende fazer para melhorar a educação?” É o tipo da pergunta que qualquer candidato decora antes de ir para o debate, as respostas são, como diria meus amigos, manjadas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por outro lado, os candidatos responderam sempre de forma geral, respostas vazias e decoradas. Os dois principais candidatos perderam tempo com agressões mútuas e quando perguntavam quais ações efetivas para um determinado problema, a resposta não era satisfatória.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por enquanto nenhum candidato se mostrou, na minha opinião, seriamente comprometido. E o debate poderia aumentar o nível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Pois no meu entendimento, política é um conjunto de decisões, estratégias e efeitos delas provenientes. Já os movimentos que dizem respeito aos candidatos, partidos e o processo eleitoral não constam de minha definição de política, mas definido como processo político. Esse último caracteriza-se por ser um importante acessório, mas que os cientistas sociais deveriam dar menor relevância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se compreenda a minha afirmação, deixo claro minha frustração ao ler economistas, cientistas sociais e entre outros profissionais que dedicam suas páginas na internet, seus artigos e outros espaços para as questões partidárias em proporção maior que a própria análise política. O universo acadêmico brasileiro deixou-se, ao longo dos anos, contaminar pelas questões partidárias, onde o importante não são mais os resultados alcançados, mas quem foram os autores desse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os partidos políticos brasileiros não têm personalidade que nos permitam distinguir um dos outros. Essa ausência de perfil próprio é causada por ideologias fracas, ausentes e/ou demagogas. Percebemos no caso brasileiros dois tipos de partidos, os que apresentam alguma pauta política baseada em princípios ideológicos e os que estão no poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, os especialistas e formadores de opinião não defendem as propostas baseadas nos princípios em que elas estão apoiadas – até mesmo porque quando esses princípios são ausentes, esses não diferem-se dos demais – mas se colocam na defesa de agentes políticos de acordos com interesses pessoais e outros critérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra péssima característica do agrupamento político brasileiro é que os partidos vendem-se muito facilmente, o poder não é capaz de sustentar as posição ideológica de um partido por muito tempo. Aliás, quanto maior for a propensão de um partido político em converter sua posição ideológica – apesar de alguns costumam manter a aparência de que são fieis aos seus pensamentos originais – maior será a possibilidade de assumir o poder ou coligar-se com quem o tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ilustrar isso temos duas notórias situações. A primeira é o caso do PT, partido trabalhista, defensor da causa do proletariado, apoiador de greve e manifestações contra a elite empresária. Mas ao assumir o poder em 2002 com seu épico líder (o Lula), o PT manifestou os mesmo comportamentos que eram alvos de críticas por parte do então partido PSDB. A segunda situação revela o comportamento marginal de partidos como o PSTU, PV e PSOL que mostram-se rígidos em suas posições tornando-se, desse modo, desmerecidos pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil ter posição ideológica significa ser radical, então grupos que defendem sua posição de maneira clara e definida são tidos como radicais e incompetentes para assumir o poder. Alguém ao criticar essa posição poderia afirmar que os partidos que detêm o poder possuem ideologia, ou seja, aquelas ações fazem parte de uma cartilha da moral, ética e de princípios daquele grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o dicionário Michaelis uma das definições de ideologia é “maneira de pensar que caracteriza um indivíduo ou um grupo” e radicalismo é definido como “doutrina favorável a mudanças culturais e sociais que interessem a aspectos fundamentais da estrutura social existente”. Fica claro que os conceitos são distintos e não necessariamente pejorativos, o que falta afinal é cultura por parte dos grupos dominados nesse país, talvez por isso sejam dominados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os partidos políticos que revezam no poder detêm, entre outras coisas, a capacidade de subjugar intelectualmente a massa popular. Já ficou mais do que claro, que uma sociedade será desenvolvida tão somente quando a sua maioria possuir capacidade intelectual para que não sejam enganados pelos tomadores de decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Leia também &lt;a href="http://coturnonoturno.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Coturno Noturno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Principalmente no que se refere aos "contra-políticas". Parece que a via encontrada por alguns estudiosos foi desmerecer toda e qualquer atuação do Estado, ainda aquelas que deveriam ser o papel precípuo que a própria teoria, que eles se baseiam, defende. Mesmo que o assunto seja altamente aceitável ou inócuo para a economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E são "caprichados", criam uma série de argumentações prolixas e que podem até convencer alguém. Mas o convencimento não se origina de suas argumentações, mas do pressuposto do Estado está sempre errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje tive o desprazer de ler o texto de um colega que acompanho há muito. Acredito que foi totalmente infeliz em seus argumentos e sua tese manteve-se vazia. Em &lt;i&gt;&lt;a href="http://rabiscoseconomicos.blogspot.com/2010/03/diga-nao-guerra-contra-dengue-ou-porque.html" target="_blank"&gt;Diga não à "Guerra" contra a Dengue: ou porque você não deve usar um canhão para matar um mosquito&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; Guilherme questiona os incentivos necessários para a campanha de combate a dengue ser eficiente e atingir o ótimo social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, o combate a dengue não é uma &lt;a href="http://www.knoow.net/cienceconempr/economia/externalidades.htm" target="_blank"&gt;externalidade&lt;/a&gt; positiva, mas o problema de se conviver com uma doença oriunda da própria propriedade é uma externalidade negativa. E o incentivo necessário para que as pessoas ajam para combater o mosquito transmissor da doença é exatamente a eliminação dessa externalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se o problema é comum a todos, por que tal incentivo não é suficiente para que a população acabe de vez com o problema? Para responder essa questão poderíamos lançar mão da &lt;a href="http://www.teoriadosjogos.net/teoriadosjogos/list-trechos.asp?id=24" target="_blank"&gt;teoria dos jogos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Individualmente, combater o mosquito traz como recompensa a redução da externalidade negativa. Entretanto, não é suficiente a ação individual, também é necessário que outros indivíduos cooperem para o fim da doença. Sabemos ainda, que a ação é um esforço, ou seja, um custo para o indivíduo. Desse modo, encontramos um dilema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/S6Y2BHkvm2I/AAAAAAAAA-Y/6TbSkxP4XFs/s1600-h/JOGO.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="58" src="http://4.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/S6Y2BHkvm2I/AAAAAAAAA-Y/6TbSkxP4XFs/s400/JOGO.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "jogada" que retorna o melhor resultado social é (A limpa, B limpa), ou seja, temos ali um ótimo de pareto social. A pior jogada é (A não limpa, B não limpa), entretanto, esta é conhecida como a estratégia dominante. A e B preferem poupar esforço, mesmo que haja recompensa e esperam que seu vizinho faça algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa ideia seria muito bem expressa utilizando a &lt;a href="http://vsites.unb.br/face/eco/programas/0204/EconomiadoSetorPublico.doc" target="_blank"&gt;teoria dos bens públicos&lt;/a&gt;, quando se considera a saúde como esse bem público. Quando ele diz que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se os custos de transação fossem baixos, os indivíduos poderiam expressar no mercado seus níveis de tolerância com a existência de mosquitos da Dengue. Pessoas menos tolerantes poderiam pagar para que pessoas mais tolerantes se empenhassem em exterminar os focos em suas casas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaríamos em um problema com a existência do &lt;i&gt;free rider&lt;/i&gt;. O colega &lt;a href="http://pensandoemeconomia.blogspot.com/2008/02/o-comportamento-free-rider.html" target="_blank"&gt;Oscar Frank&lt;/a&gt; define muito bem as implicações desse problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Esse problema surge na provisão de um bem público, já que o mesmo tem como características a não rivalidade e a não exclusividade, ou seja, a ele não pode ser atribuído um direito de propriedade. Dessa forma, “os indivíduos não têm incentivos a pagar tanto quanto o bem realmente vale para ele”. E é justamente por isso que a provisão de bens públicos é menor que a socialmente desejada.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As jogadas que não correspondem ao pareto sócio eficiente e a estratégia dominante trazem algum resultado, porém não são suficientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se considerarmos “erradicar focos de Dengue em sua casa” como um bem a ser produzido pelos habitantes de uma determinada residência, fica claro que o mesmo pode ser encarado como uma fonte de externalidades positivas. O benefício da erradicação dos criadouros do mosquito é capturado não só pelos próprios residentes, mas também pela população vizinha daquele lugar, pois, menos criadouros significam menos mosquitos da Dengue circulando pela cidade.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Isso quer dizer que os incentivos que você tem para se livrar da Dengue em sua casa não são suficientes para que seu esforço nessa tarefa seja “socialmente ótimo”. O resultado disso é que o mosquito da Dengue se espalha pela cidade, criando um sério problema de saúde pública.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreendo com essa passagem o seguinte: Se o esforço em combater a dengue traz externalidade positivas, outros indivíduos poderiam estimular-se a receber os benefícios. Assim, a quantidade de mosquitos reduziria e consequentemente as vantagens do processo. Paradoxalmente, essa observação impediria que o cidadão iniciasse a ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, aparentemente o mercado não resolverá o problema. Não somente pela existência de custos de transação no processo, mas porque o indivíduo nessa situação não consegue maximizar sua satisfação pessoal e social ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução para esse problema poderia ser a adoção do conhecido "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pigovian_tax" target="_blank"&gt;imposto de pigou&lt;/a&gt;". O propósito deste seria equalizar o custo privado e o custo social. Poderia, então, haver subsídios para os que cooperassem e taxação para os que não cooperassem. Além dos altos custos que esse processo poderia acarretar, não é garantido que essa solução é a mais adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, até agora defendi que nem o mercado e nem o governo possuem estratégias teóricas aceitas para atingir o benefício social. Exatamente o que Guilherme, obviamente por outras vias, defendeu. O que não me pareceu claro, além de outras coisas, é como a inexistência de viabilidade das possíveis soluções por ele apontadas desmerece a campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornando ao jogo, a tendência em condições normais é que ambos os jogadores não limpem. A campanha visa exatamente mudar essa estratégia, não por benefícios pecuniários, mas pela consciência social, moral, psicológica como quiserem chamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente alguns economistas acreditam que apenas a vantagem pecuniária é capaz de incentivar os agentes. Isso é verdade quando tratamos de aspectos mercadológicos, quando, no entanto, estamos invadindo outros campos sociais deve haver adaptações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.combatadengue.com.br/" target="_blank"&gt;campanha de combate a dengue&lt;/a&gt; não é perfeita. Por si mesma não elimina os problemas, mas desempenha grande papel no processo. Afirmar que não são eficazes é desconhecer o papel da própria propaganda, o que é um pecado capital para um economista cometer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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