Além de tais soluções, os holandeses ainda recorrem para a doação de alimentos. Atualmente, só na Holanda, o nível de desemprego já passa de 6%, a porcentagem mais alta em seis anos.
No Brasil, o que foi anunciado mês passado também não é muito animador, apesar de a economia não estar em crise. Em São Paulo, por exemplo, a comida está mais cara e o medo da inflação paira novamente, sendo que os gastos com despesas pessoais, saúde e roupas aumentaram também de maneira significativa.
Por outro lado, os negócios em fastfood e foodservice estão crescendo, também pelo bom desempenho da economia. O maior número de pedidos delivery em São Paulo é de Pizza, e o mercado está aquecido. Já existem empresas como o
Jánamesa, que investem nesse serviço e de outros tipos de comida. Ao mesmo tempo que as pessoas frequentam mais os restaurantes, elas também optam por pedir comida em casa quando não estão muito a fim de cozinhar ou até mesmo quando fazem pedido em algum lugar específico.
O número de pessoas preocupadas com a saúde também aumentou, tanto que muitos procuram por
opções saudáveis até mesmo em empresas de pedido online como a que já citamos. O crescimento de franquias em shoppings é maior, as pessoas estão procurando mais por restaurantes e opções diferentes então esses negócios aumentam.
Não é a toa que empresas como o Giraffas e Fogo de Chão já cresceram por aqui e agora estão se expandindo para os EUA. Investir no setor é favorável hoje, mas nem sempre o preço pro consumidor é dos mais agradáveis, principalmente em São Paulo ou em países em crise como a Holanda.
Autor: M. Arantes
Blog:
Dicas Economia
Descrição: Blog sobre novidades em finanças, economia e negócios.
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Be m interessante o caso da Holanda, penso que se fosse com o Brasil diriam lá fora que isso é coisa de país pobre (risos).
ResponderExcluirPor outro lado, mostra como os agentes se adaptam as situações em que a economia impõem. Talvez seja essa um dos argumentos contra a intervenção do Estado, quando dizem que o mercado se ajusta.
As expectativas e comportamentos dos agentes econômicos devem sempre ser considerado nas análises. As vezes parece que o Estado acha que somos aleijados.
Ótimo texto, esteja sempre à vontade para contribuir com este espaço.
Abs
Muito Obrigado pela oportunidade sempre bom poder contribuir com outros blogs! A troca é sempre válida! Fico no aguardo do seu artigo para colocar em meu blog!!!
ResponderExcluirDe todo modo, sempre foi dito que só existiam cães vira-latas em países pobres. Isso porque no países ricos, além do firo, o lixo era muito pobre. E nos países pobres, o lixo era muito rico.
ResponderExcluirTal aspecto, do lixo, pode ser observado ainda hoje nas ruas: invariavelmente, há vasilhas cheias de comida jogada: carne, arroz, feijão, salada, refrigerantes ou sucos pela metade etc.
Os holandeses, assim, podem estar fazendo algo para poupar. Enquanto por aqui, podem estar fazendo algo mais para gastar, consumir, endividar-se.
A comida jogada fora hoje, ou desperdiçada nos restaurantes, pode estar mais cara amanhã.
Particularmente, quando,em restaurantes e sobra comida, peço para embrulhar e levo para casa, sim.
E seu comentário me fez lembrar daquele povo que importou lixo hospitalar para fazer roupas. Seria esse um tipo de economia sustentável? (risos).
ResponderExcluirAcho que nem Keynes concordaria que gastar é sempre o melhor remédio, aliás, se muito não me engano ele disse que essa tarefa é do governo e não nossa neh?
Abs
Daniel,
ResponderExcluirEsse pessoal que importou roupas ou lixo de outros países são mesmo é ignaros.
Absurdo importar lixo, alegando reciclagem, ou roupas hospitalares para utilização em outras roupas sem qualquer segurança biológica, epidemiológica, sabe-se lá.
Ai já seria caso de cadeia mesmo.
Pois, ontem assisti a uma sessão do STF e tem tuda a ver com o que comentou. Muitos acreditam que as liberdades de mercado devem ser protegidas por si só, mesmo que se apareçam outras questões importantes. Como se o mercado se extingue-se em si mesmo, deixando as questões sociais, de educação e saúde marginalizado.
ResponderExcluirÉ isso..
Tudo a ver mercado aberto e livre e liberdades de ir e vir, empreender etc.
ResponderExcluirMas, trazer lixo, sem avisar ninguém, sem ser para reciclagem sem segurança sanitária, sem nada, ai não é mercado e nem liberdade.
Nada que uma cela 2 x 2 não resolva. Uma nesga de sol quadrado ajudaria muito essa gente ignara.
O mercado é livre, mas tem regras. Fugiu, burlou as regras, tem de ser punido.
Sim, temos que proteger as regras do jogo, sejam elas pró mercado ou de caráter social.
ResponderExcluirCadeia neles.
Divulgado agora, em um debate: "...26,3 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas todo ano no Brasil".(Jornal da Globo News)
ResponderExcluirE ai eu me pergunto, de onde vem a sanha de povo pobre desperdiçar tanto? Os tempos mudaram ou as nações ricas aprenderam o fundamento básico da escassez?
ResponderExcluirNão sei.
ResponderExcluirMas, popularmente, há um ditado ou uma fala: "...isso é coisa de pobre...".
Nos tempos politicamente corretos de hoje, alguém pode falar que tal afirmação é preconceituosa.
Mas, quando a gente vê até mendigos jogando comida fora, mesmo os politicamente corretos hão de convir que além de chatos, não enxergam muito bem.
mesmo politicamente incorreta, a afirmação é lógicamente correta. rs
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