segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Banco Central

Banco Central

O que se compreende hoje como instituição, via pensamento vebleniano, em geral está mais próximo do campo analítico heterodoxo do que o mainstream neoclássico. Essa assertiva deriva-se do fato que os princípios institucionalistas originaram-se exatamente da oposição aos fundamentos de equilíbrio, otimalidade e racionalidade substantiva. Qualquer abordagem que se queira aproximar da visão institucionalista deve incluir path dependency1, reconhecer o caráter diferenciado do processo de desenvolvimento econômico e pressupor que o ambiente econômico envolve disputas, antagonismos, conflitos e incertezas (CONCEIÇÃO, 2002).


Neste cenário, não basta falar sobre decisões individuais, pois segundo Veblen, essas não são capazes de resolver os conflitos e minimizar as incertezas. Evoca-se o papel das instituições que, segundo a definição do referido autor, é o conjunto de normas, valores e regras. A história e evolução são elementos precípuos, sendo esse último determinado pela seletividade e coercibilidade do processo.

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4 comentários:

Jhonathan Cavalcante disse...

Legal Daniel! Também me interesso por instituições. Vou postar seu artigo no PORTAL MESTREMIDIA (http://www.mestremidia.com.br), ler com mais calma, e em seguida te envio os meus comentários...

Daniel Simões Coelho disse...

Obrigado Jhonathan, agradeço de coração seu prestígio. Abraços cara.

Jhonathan disse...

Legal! Explica o que representa o BACEN, a partir um ponto de vista institucionalista. Para melhorar, penso que você deveria acrescentar mais algumas referências no texto...

Daniel Simões Coelho disse...

Sim, esse texto eu comecei com algum entusiasmo, mas logo fui desmotivado. Deveria abordar outros aspectos e torná-lo mais completo. enfim, um projeto mal acabado.

Abraços